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Maria Velho da Costa e os mitos em Casas pardas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Maria Velho da Costa, desde 1966, vem enriquecendo as Letras da Língua Portuguesa com textos de variados gêneros, temas e formas. Contos e crônicas seguem-se de poesias, romances, ensaios, textos de teatro, roteiros de cinema, epistolografia. A condição feminina e a situação política merecem atenção, desdobrando-se em trabalho com a palavra. Deste modo, a Língua Portuguesa, enquanto tece a teia do texto, ela própria se tece nas linhas de um tecido único. Casas pardas (1977), sucedendo Maina Mendes (1969), é o segundo romance, e aquele que traz a Maria Velho da Costa o Prêmio Cidade de Lisboa.
Autores principais:Weigert, Beatriz
Assunto:Costa, Maria Velho da, 1938- Literatura portuguesa Romance Mitos
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Maria Velho da Costa, desde 1966, vem enriquecendo as Letras da Língua Portuguesa com textos de variados gêneros, temas e formas. Contos e crônicas seguem-se de poesias, romances, ensaios, textos de teatro, roteiros de cinema, epistolografia. A condição feminina e a situação política merecem atenção, desdobrando-se em trabalho com a palavra. Deste modo, a Língua Portuguesa, enquanto tece a teia do texto, ela própria se tece nas linhas de um tecido único. Casas pardas (1977), sucedendo Maina Mendes (1969), é o segundo romance, e aquele que traz a Maria Velho da Costa o Prêmio Cidade de Lisboa.