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O evoluir histórico da Segunda Guerra Púnica na Península Ibérica, entre os anos 218 a.C e 211 a.C

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente tese de mestrado aborda as campanhas militares que, no contexto da Segunda Guerra Púnica, foram travadas no palco ibérico entre os anos 218.a.C e 211.a.C.. Precedendo a análise específica do problema em questão, são feitas considerações mais gerais sobre alguns dos domínios, paradigmas e metodologias de investigação histórica, nomeadamente: a importância fundamental da violência no pensamento e relacionamentos humanos; a necessária conciliação e interdisciplinaridade entre as diversas formas de análise histórica tendo em vista o limitar das insuficiências de cada metodologia singular; o carácter extraordinariamente destrutivo de um apreciável número de conflitos travados na bacia do Mediterrâneo desde as campanhas alexandrinas; a identificação e apreciação sobre a natureza das fontes literárias e materiais que suportaram a realização deste trabalho. Na tentativa de melhor a contextualizar no tempo e no espaço, a campanha dos irmãos Cipião é integrada na sucinta caracterização da geografia física e humana do teatro de guerra onde ela tem lugar, com uma especial atenção a ser dirigida para o levantamento dos principais traços fisionómicos do Estado bárcida na abertura do conflito. Constituindo a parte nuclear do presente trabalho, o tema de tese é abordado no terceiro capítulo, onde se procura acompanhar o evoluir dos acontecimentos ao longo do tempo. No capítulo final é feita uma recapitulação das considerações prévias, explicitando-se as razões pelas quais o conflito militar em estudo constitui um momento de grande importância na evolução da confederação romana para o Império que dominou os destinos desta parte do mundo por largos séculos.
Autores principais:Pinto, Pedro Miguel Boto Ferreira
Assunto:Guerras púnicas, 1ª - 264-241 a.C. História militar - Peninsúla Ibérica - Antiguidade Teses de mestrado - 2011
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente tese de mestrado aborda as campanhas militares que, no contexto da Segunda Guerra Púnica, foram travadas no palco ibérico entre os anos 218.a.C e 211.a.C.. Precedendo a análise específica do problema em questão, são feitas considerações mais gerais sobre alguns dos domínios, paradigmas e metodologias de investigação histórica, nomeadamente: a importância fundamental da violência no pensamento e relacionamentos humanos; a necessária conciliação e interdisciplinaridade entre as diversas formas de análise histórica tendo em vista o limitar das insuficiências de cada metodologia singular; o carácter extraordinariamente destrutivo de um apreciável número de conflitos travados na bacia do Mediterrâneo desde as campanhas alexandrinas; a identificação e apreciação sobre a natureza das fontes literárias e materiais que suportaram a realização deste trabalho. Na tentativa de melhor a contextualizar no tempo e no espaço, a campanha dos irmãos Cipião é integrada na sucinta caracterização da geografia física e humana do teatro de guerra onde ela tem lugar, com uma especial atenção a ser dirigida para o levantamento dos principais traços fisionómicos do Estado bárcida na abertura do conflito. Constituindo a parte nuclear do presente trabalho, o tema de tese é abordado no terceiro capítulo, onde se procura acompanhar o evoluir dos acontecimentos ao longo do tempo. No capítulo final é feita uma recapitulação das considerações prévias, explicitando-se as razões pelas quais o conflito militar em estudo constitui um momento de grande importância na evolução da confederação romana para o Império que dominou os destinos desta parte do mundo por largos séculos.