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Combate à epidemia do VIH/SIDA na África Subsaariana : perspetiva histórica, panorama atual e impacto das resistências aos antirretrovirais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Em 2019 um total mundial de 38 milhões de pessoas vivia infetado pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), dos quais 25,6 milhões (67%) a residir na África Subsaariana. O controlo desta epidemia e o alcance dos alvos definidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas no combate ao VIH/SIDA (UNAIDS) encontram-se afetados, não só por questões de acessibilidade e escassez de recursos, mas também pelo surgimento da resistência aos antirretrovirais. Estes países africanos devem, assim, constituir o principal foco de atenção neste contexto. Com este trabalho pretende-se rever a evidência mais relevante nesta área, de modo a compreender o real impacto da epidemia do VIH na África Subsaariana, perceber os fatores que tornam esta região o epicentro desta problemática e procurar soluções que visem combatê-la.
Autores principais:Santos, João Pedro Francisco dos
Assunto:Vírus da Imunodeficiência Humana tipo 1 (HIV-1) África subsaariana Resistência aos antirretrovirais Doenças transmissíveis
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Em 2019 um total mundial de 38 milhões de pessoas vivia infetado pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH), dos quais 25,6 milhões (67%) a residir na África Subsaariana. O controlo desta epidemia e o alcance dos alvos definidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas no combate ao VIH/SIDA (UNAIDS) encontram-se afetados, não só por questões de acessibilidade e escassez de recursos, mas também pelo surgimento da resistência aos antirretrovirais. Estes países africanos devem, assim, constituir o principal foco de atenção neste contexto. Com este trabalho pretende-se rever a evidência mais relevante nesta área, de modo a compreender o real impacto da epidemia do VIH na África Subsaariana, perceber os fatores que tornam esta região o epicentro desta problemática e procurar soluções que visem combatê-la.