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Narrativa da memória como génese de regeração urbana : projetar para o habitar do parque urbano do Vale de Alcântara

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Apesar das contínuas medidas que os responsáveis pelas cidades têm tomado para que estas fiquem cada vez mais em sintonia com o meio natural, ainda existe uma elevada infraestruturação criada pelas ações de planeamento do século XX que tinham em vista a priorização do automóvel. No século XXI, o foco tem-se vindo a alterar, onde o Homem começa a ganhar protagonismo nas estratégias e intervenções urbanas. O vale de Alcântara é um exemplo das decisões tomadas no século XX. Detentor de um suporte natural que definia a sua paisagem, memória e identidade, viu esses elementos gradualmente darem lugar à industrialização e à infraestruturação. Este projeto propõe-se viajar pela memória do vale e devolver a sua estrutura natural em forma de um parque urbano, criando ligações com a cidade que atualmente estão quebradas devido à forte imposição das infraestruturas que sublinham a segregação e fragmentação do lugar. Como tal, um parque urbano propõe mudar a vivência do lugar, e cria o mote para ser habitado. A segunda parte do projeto parte da ideia em que a arquitetura age como um elemento mediador na relação entre as pessoas e a natureza, ou seja, pretende reconectar a sociedade com os elementos naturais. Seguindo esta ideia conceptual, é criado um modo de habitar o parque, colocando a natureza e a arquitetura em simbiose.
Autores principais:Augusto, Guilherme Almeida Conchinhas Blasco
Assunto:Vale de Alcântara Memória Estrutura ecológica urbana Parque urbano Habitação Alcântara Valley Memory Urban Ecological Structure Urban park Housing
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Apesar das contínuas medidas que os responsáveis pelas cidades têm tomado para que estas fiquem cada vez mais em sintonia com o meio natural, ainda existe uma elevada infraestruturação criada pelas ações de planeamento do século XX que tinham em vista a priorização do automóvel. No século XXI, o foco tem-se vindo a alterar, onde o Homem começa a ganhar protagonismo nas estratégias e intervenções urbanas. O vale de Alcântara é um exemplo das decisões tomadas no século XX. Detentor de um suporte natural que definia a sua paisagem, memória e identidade, viu esses elementos gradualmente darem lugar à industrialização e à infraestruturação. Este projeto propõe-se viajar pela memória do vale e devolver a sua estrutura natural em forma de um parque urbano, criando ligações com a cidade que atualmente estão quebradas devido à forte imposição das infraestruturas que sublinham a segregação e fragmentação do lugar. Como tal, um parque urbano propõe mudar a vivência do lugar, e cria o mote para ser habitado. A segunda parte do projeto parte da ideia em que a arquitetura age como um elemento mediador na relação entre as pessoas e a natureza, ou seja, pretende reconectar a sociedade com os elementos naturais. Seguindo esta ideia conceptual, é criado um modo de habitar o parque, colocando a natureza e a arquitetura em simbiose.