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Do agente de jogadores ao intermediário : a problemática da regulação FIFA

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A profissão de agente desportivo tem ganho destaque ao longo dos últimos anos. Assim é, que o seu leque de funções é cada vez mais abrangente e a sua imagem associada a desportos com elevado poderio económico. A nível europeu é no futebol que atinge o seu expoente máximo pelo que a FIFA, em conjunto com as suas associações membro, se vem ocupando da regulação da atividade. Simultaneamente, em termos nacionais, também os Estados têm progressivamente enquadrado o agente desportivo na sua legislação. Recuperando o futebol, o “FIFA Players’ Agents Regulations”, de 2008, é o regulamento que durante os últimos anos vinha estabelecendo e orientando a atividade do agente de jogadores. No entanto, face a comportamentos e atitudes pouco congruentes com a transparência no futebol, bem como a crescentes situações de conflito entre as partes, a FIFA decidiu elaborar um novo conjunto de normas. O “FIFA Regulations on Working with Intermediaries” entrou em vigor a 1 de Abril de 2015 e trouxe consigo um conjunto de novidades que provocarão alterações radicais no modo de operar dos novos intermediários. Nesta ótica, surge o debate sobre se tais alterações constituem uma desregulação da atividade ou simplesmente o nascimento de um novo sistema de regulação. É crucial compreender a natureza da mudança bem como os impactos e consequências que dela advirão. Será ela positiva e mais eficaz?
Autores principais:Soares, João Nuno Gonçalves
Assunto:Agente desportivo Agente de jogadores Conflitos FIFA Futebol Intermediários Mudança Normas Regulamento Transparência Sports agent Players’ agents Conflicts FIFA Football Intermediaries Change Regulation Rules Transparency
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A profissão de agente desportivo tem ganho destaque ao longo dos últimos anos. Assim é, que o seu leque de funções é cada vez mais abrangente e a sua imagem associada a desportos com elevado poderio económico. A nível europeu é no futebol que atinge o seu expoente máximo pelo que a FIFA, em conjunto com as suas associações membro, se vem ocupando da regulação da atividade. Simultaneamente, em termos nacionais, também os Estados têm progressivamente enquadrado o agente desportivo na sua legislação. Recuperando o futebol, o “FIFA Players’ Agents Regulations”, de 2008, é o regulamento que durante os últimos anos vinha estabelecendo e orientando a atividade do agente de jogadores. No entanto, face a comportamentos e atitudes pouco congruentes com a transparência no futebol, bem como a crescentes situações de conflito entre as partes, a FIFA decidiu elaborar um novo conjunto de normas. O “FIFA Regulations on Working with Intermediaries” entrou em vigor a 1 de Abril de 2015 e trouxe consigo um conjunto de novidades que provocarão alterações radicais no modo de operar dos novos intermediários. Nesta ótica, surge o debate sobre se tais alterações constituem uma desregulação da atividade ou simplesmente o nascimento de um novo sistema de regulação. É crucial compreender a natureza da mudança bem como os impactos e consequências que dela advirão. Será ela positiva e mais eficaz?