Publicação
Otite serosa e a surdez infantil
| Resumo: | A otite média serosa tem uma elevada prevalência na população pediátrica. O facto de ser uma patologia tão comum numa faixa etária associada a grandes marcos no desenvolvimento individual, escolar e social, torna de extrema importância a sua identificação e abordagem. Ao longo dos anos tem vindo a ser estudada a sua fisiopatologia, tendo várias hipóteses vindo a ser apresentadas que poderão servir de fio condutor para melhorar a prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e follow-up. As manifestações clínicas nem sempre são de fácil interpretação para os pais, cuidadores ou educadores, nomeadamente no que à hipoacusia subjetiva diz respeito. Esta revela-se de extrema importância pelo impacto da audição no desenvolvimento da linguagem e da própria vida social da criança, pelo que o diagnóstico deverá ser atempado e o tratamento iniciado o mais precocemente possível, por forma a serem evitadas complicações futuras. Nos casos em que não ocorre uma resolução espontânea do quadro, o tratamento passa, atualmente, pela colocação de tubos transtimpânicos, que permitirão não só a resolução da situação clínica como a reversão de eventuais sequelas que se tenham desenvolvido na sequência de uma hipoacusia mantida. |
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| Autores principais: | Lemos, Bárbara da Silva |
| Assunto: | Otite média serosa Hipoacusia Criança Otorrinolaringologia |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A otite média serosa tem uma elevada prevalência na população pediátrica. O facto de ser uma patologia tão comum numa faixa etária associada a grandes marcos no desenvolvimento individual, escolar e social, torna de extrema importância a sua identificação e abordagem. Ao longo dos anos tem vindo a ser estudada a sua fisiopatologia, tendo várias hipóteses vindo a ser apresentadas que poderão servir de fio condutor para melhorar a prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e follow-up. As manifestações clínicas nem sempre são de fácil interpretação para os pais, cuidadores ou educadores, nomeadamente no que à hipoacusia subjetiva diz respeito. Esta revela-se de extrema importância pelo impacto da audição no desenvolvimento da linguagem e da própria vida social da criança, pelo que o diagnóstico deverá ser atempado e o tratamento iniciado o mais precocemente possível, por forma a serem evitadas complicações futuras. Nos casos em que não ocorre uma resolução espontânea do quadro, o tratamento passa, atualmente, pela colocação de tubos transtimpânicos, que permitirão não só a resolução da situação clínica como a reversão de eventuais sequelas que se tenham desenvolvido na sequência de uma hipoacusia mantida. |
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