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Resiliência e impulsividade como variáveis de foco clínico : relação com o stresse percebido e impacto nas estratégias de coping

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com este estudo pretende-se analisar a natureza da relação entre as variáveis Resiliência e Impulsividade, assim como estudar as diferenças entre amostras clínica e da população geral, considerando também as variáveis stresse percebido e estratégias de coping. Pretende-se, assim, adquirir uma melhor compreensão da natureza, significado e relevância destas variáveis, na população geral (relevância na saúde mental) e em populações clínicas (relevância na perturbação) tendo em vista ganharem um foco maior em terapia, promovendo a saúde mental da população clínica. Os dados foram recolhidos através da Escala de Resiliência de Connor-Davidson (CD-RISC), da Escala de Impulsividade de Barratt (BIS-11), da Escala de Stresse Percecionado (PSS-10), e da Escala Brief COPE, tendo por base uma amostra de 377 adultos dividida entre amostra clínica, com 84 participantes, e amostra não-clínica, com 293. Os resultados sugeriram que o stresse percebido e as estratégias de coping detêm um valor preditivo sobre a resiliência e a impulsividade, apontando também para níveis inferiores de resiliência e níveis superiores de impulsividade e stresse percebido, na amostra clínica. O modelo de mediação sequencial proposto foi suportado pelos resultados, destacando a importância do desenvolvimento de estratégias de coping adequadas ao controlo do stresse, de modo a minimizar a impulsividade dos indivíduos e promover a sua resiliência.
Autores principais:Costa, Rita Alexandra Leite do Cabo Pinto da
Assunto:Resiliência Impulsividade Stress Estratégias de coping Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com este estudo pretende-se analisar a natureza da relação entre as variáveis Resiliência e Impulsividade, assim como estudar as diferenças entre amostras clínica e da população geral, considerando também as variáveis stresse percebido e estratégias de coping. Pretende-se, assim, adquirir uma melhor compreensão da natureza, significado e relevância destas variáveis, na população geral (relevância na saúde mental) e em populações clínicas (relevância na perturbação) tendo em vista ganharem um foco maior em terapia, promovendo a saúde mental da população clínica. Os dados foram recolhidos através da Escala de Resiliência de Connor-Davidson (CD-RISC), da Escala de Impulsividade de Barratt (BIS-11), da Escala de Stresse Percecionado (PSS-10), e da Escala Brief COPE, tendo por base uma amostra de 377 adultos dividida entre amostra clínica, com 84 participantes, e amostra não-clínica, com 293. Os resultados sugeriram que o stresse percebido e as estratégias de coping detêm um valor preditivo sobre a resiliência e a impulsividade, apontando também para níveis inferiores de resiliência e níveis superiores de impulsividade e stresse percebido, na amostra clínica. O modelo de mediação sequencial proposto foi suportado pelos resultados, destacando a importância do desenvolvimento de estratégias de coping adequadas ao controlo do stresse, de modo a minimizar a impulsividade dos indivíduos e promover a sua resiliência.