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Prós e contras da amigdalectomia na amigdalite recorrente em idade pediátrica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho consiste numa revisão da literatura quanto ao papel da amigdalectomia na amigdalite recorrente em idade pediátrica. A amigdalectomia proporciona benefício moderado quanto à redução da frequência de episódios de dor de garganta e também em aspetos da qualidade de vida, mais marcado no primeiro ano pós-cirúrgico e para uma população específica. No entanto, também pode apresentar os seus riscos quer a curto prazo, quer a longo prazo. A curto prazo, destacam-se a hemorragia e a dor. A longo prazo, poderá condicionar alterações no sistema imunitário que favoreçam o aparecimento de certas doenças. Contudo, pela escassez de estudos deste género e nos possíveis vieses decorrentes do estudo observacional, serve apenas como um alerta para a existência desta hipótese e possivelmente suscitar a elaboração de estudos semelhantes no futuro. A decisão terapêutica não é linear e deve ser tomada em equipa multidisciplinar, incorporando os doentes e respetivos cuidadores que devem ser informados quanto aos benefícios e riscos de cada opção. Cada caso deve ser abordado individualmente, tendo em conta a gravidade, a influência na qualidade de vida e as expectativas.
Autores principais:Yang, Tong
Assunto:Amigdalite recorrente Amigdalectomia Idade pediátrica Otorrinolaringologia
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente trabalho consiste numa revisão da literatura quanto ao papel da amigdalectomia na amigdalite recorrente em idade pediátrica. A amigdalectomia proporciona benefício moderado quanto à redução da frequência de episódios de dor de garganta e também em aspetos da qualidade de vida, mais marcado no primeiro ano pós-cirúrgico e para uma população específica. No entanto, também pode apresentar os seus riscos quer a curto prazo, quer a longo prazo. A curto prazo, destacam-se a hemorragia e a dor. A longo prazo, poderá condicionar alterações no sistema imunitário que favoreçam o aparecimento de certas doenças. Contudo, pela escassez de estudos deste género e nos possíveis vieses decorrentes do estudo observacional, serve apenas como um alerta para a existência desta hipótese e possivelmente suscitar a elaboração de estudos semelhantes no futuro. A decisão terapêutica não é linear e deve ser tomada em equipa multidisciplinar, incorporando os doentes e respetivos cuidadores que devem ser informados quanto aos benefícios e riscos de cada opção. Cada caso deve ser abordado individualmente, tendo em conta a gravidade, a influência na qualidade de vida e as expectativas.