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Osteoartrites em equinos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Osteoartrite (OA) é a principal causa de claudicação no cavalo de desporto e lazer, sendo uma afecção que tem grandes repercussões económicas. Este trabalho descreve algumas das características importantes da estrutura articular, bem como da sua fisiologia. Define a OA e todas as estruturas envolvidas no seu processo. Os mecanismos fisiopatológicos põem em evidência os factores de risco em causa e que determinam todo o processo de degradação articular. São descritos os vários meios de diagnóstico utilizados, quer os convencionais, quer as recentes técnicas imagiológicas (ressonância magnética, tomografia computadorizada e cintigrafia nuclear) quer ainda os biomarcadores do metabolismo da cartilagem articular e osso. A abordagem terapêutica é diversa incluindo os anti-inflamatórios não esteróides, os corticosteróides, os glicosaminoglicanos polisulfatados, o hialuronato de sódio, o pentosan polisulfato e o ácido tiludrónico, com o objectivo de travar a progressão da doença articular. Também são abordadas novas formas alternativas de tratamento da OA, como a terapia por meio de ondas de choque, a utilização de células estaminais mesenquimatosas e a terapia genética. Este trabalho é complementado pela descrição de dois casos clínicos, onde são abordados o diagnóstico e respectivo tratamento.
Autores principais:Rocha, Francisco José Martins
Assunto:Cavalo Articulação Osteoartrite horse joint osteoarthritis
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Osteoartrite (OA) é a principal causa de claudicação no cavalo de desporto e lazer, sendo uma afecção que tem grandes repercussões económicas. Este trabalho descreve algumas das características importantes da estrutura articular, bem como da sua fisiologia. Define a OA e todas as estruturas envolvidas no seu processo. Os mecanismos fisiopatológicos põem em evidência os factores de risco em causa e que determinam todo o processo de degradação articular. São descritos os vários meios de diagnóstico utilizados, quer os convencionais, quer as recentes técnicas imagiológicas (ressonância magnética, tomografia computadorizada e cintigrafia nuclear) quer ainda os biomarcadores do metabolismo da cartilagem articular e osso. A abordagem terapêutica é diversa incluindo os anti-inflamatórios não esteróides, os corticosteróides, os glicosaminoglicanos polisulfatados, o hialuronato de sódio, o pentosan polisulfato e o ácido tiludrónico, com o objectivo de travar a progressão da doença articular. Também são abordadas novas formas alternativas de tratamento da OA, como a terapia por meio de ondas de choque, a utilização de células estaminais mesenquimatosas e a terapia genética. Este trabalho é complementado pela descrição de dois casos clínicos, onde são abordados o diagnóstico e respectivo tratamento.