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Temas de história moderna e contemporânea : a utilização do documento no ensino-aprendizagem da história

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Relatório da Prática de Ensino Supervisionada apresenta-se inseridos como uma proposta didáctica sobre os conteúdos de História Moderna e Contemporânea inseridos nos seguintes módulos: Módulo 3 – Reforço das Economias Nacionais e Tentativas de Controlo do Comércio e A Hegemonia Económica Britânica: Condições de Sucesso e Arranque Industrial; Módulo 4 – Antecedentes E Conjuntura (1807 a 1820), A Revolução de 1820 e As dificuldades de Implantação da Ordem Liberal (1820-1834), que se inserem no programa de 11º ano. Estas propostas foram postas em prática durante o trabalho de intervenção lectiva, do Curso de Mestrado, na Escola Secundária Camilo de Castelo Branco, situada em Carnaxide. Nestas intervenções, foi abordado o Mercantilismo; corrente económica que se expandiu pelo mundo ocidental, durante a parte final do século XVI e durante o século XVII, que visava numa prática económica para fortalecer os Estados no panorama internacional, contribuindo para o engrandecimento dos monarcas e do Estado que deveria assegurar a riqueza ao país, reforçando o seu poder económico e o seu tesouro, pelo que a rivalidade entre os Estados aumento, devido à procura do controlo da circulação da moeda. A Hegemonia Britânica durante o século XVIII, que controlava economicamente controlava a Europa e o mundo, resultante de um grande medida do comércio colonial. A liderança inglesa no comércio ultramarino face às potências europeias proporcionou não só o desenvolvimento do mercado externo, como acabou por fomentar o dinamismo do mercado interno. Os comerciantes ingleses detinham um lugar de importância no comércio colonial, que proporcionava grandes lucros e permitia a acumulação de capitais. O vasto espaço do seu Império , permitiu-lhes beneficiar do exclusivo colonial e da posse de uma poderosa frota. No final do século XVII, Londres tornou-se um entreposto comercial mundial. Relativamente às intervenções lectivas no segundo período, foi tratado as invasões francesas devido ao Bloqueio Continental. As invasões que levaram à fuga da família real para o Brasil, temendo o príncipe regente ser tomado refém por Napoleão. Derrotadas as três invasões o Marechal Beresford fica a mando de Portugal, onde exerceu grande repressão contra os que tentassem conspirar contra a presença inglesa. A ausência da família real desagradava aos Portugueses, pois viam-se como uma colónia do Brasil. No entanto, com a abertura dos portos brasileiros no Tratado de 1810, que resultou numa quebra das receitas alfandegárias para Portugal, e autorizou a instalação de manufaturas no Brasil, lesando os interesses da burguesia do Porto e de Lisboa. O ambiente político, social e económica em Portugal agravava-se e as ideias liberais começaram a se difundir. Com a formação do Sinédrio em 1818, que irá engendrar um plano para reaver Portugal dos ingleses. Com dois levantamentos militares e formarem a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino de Portugal onde manterá a ordem e forma uma nova regência que pede a volta do Rei do Brasil e que jure a Constituição de 1822. Com a morte do rei D. João VI, o reino era se dividir em das facções os Liberais liderados pelo seu filho mais velho, D. Pedro e os Absolutistas, sendo o líder o filho mais novo, D. Miguel, a guerra civil portuguesa estava instaurada A História tem uma grande missão que serve para educar sobre o passado ao aluno. Pois, a partir deste conhecimento o aluno terá noção dos acontecimentos passados e, dessa forma, saberá defender-se com esse conhecimento. Sem memória não existe ciência.
Autores principais:Nunes, Marcelo Filipe Vieira
Assunto:História moderna e contemporânea Motivação Ensino Aprendizagem Relatórios da prática de ensino supervisionada - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O Relatório da Prática de Ensino Supervisionada apresenta-se inseridos como uma proposta didáctica sobre os conteúdos de História Moderna e Contemporânea inseridos nos seguintes módulos: Módulo 3 – Reforço das Economias Nacionais e Tentativas de Controlo do Comércio e A Hegemonia Económica Britânica: Condições de Sucesso e Arranque Industrial; Módulo 4 – Antecedentes E Conjuntura (1807 a 1820), A Revolução de 1820 e As dificuldades de Implantação da Ordem Liberal (1820-1834), que se inserem no programa de 11º ano. Estas propostas foram postas em prática durante o trabalho de intervenção lectiva, do Curso de Mestrado, na Escola Secundária Camilo de Castelo Branco, situada em Carnaxide. Nestas intervenções, foi abordado o Mercantilismo; corrente económica que se expandiu pelo mundo ocidental, durante a parte final do século XVI e durante o século XVII, que visava numa prática económica para fortalecer os Estados no panorama internacional, contribuindo para o engrandecimento dos monarcas e do Estado que deveria assegurar a riqueza ao país, reforçando o seu poder económico e o seu tesouro, pelo que a rivalidade entre os Estados aumento, devido à procura do controlo da circulação da moeda. A Hegemonia Britânica durante o século XVIII, que controlava economicamente controlava a Europa e o mundo, resultante de um grande medida do comércio colonial. A liderança inglesa no comércio ultramarino face às potências europeias proporcionou não só o desenvolvimento do mercado externo, como acabou por fomentar o dinamismo do mercado interno. Os comerciantes ingleses detinham um lugar de importância no comércio colonial, que proporcionava grandes lucros e permitia a acumulação de capitais. O vasto espaço do seu Império , permitiu-lhes beneficiar do exclusivo colonial e da posse de uma poderosa frota. No final do século XVII, Londres tornou-se um entreposto comercial mundial. Relativamente às intervenções lectivas no segundo período, foi tratado as invasões francesas devido ao Bloqueio Continental. As invasões que levaram à fuga da família real para o Brasil, temendo o príncipe regente ser tomado refém por Napoleão. Derrotadas as três invasões o Marechal Beresford fica a mando de Portugal, onde exerceu grande repressão contra os que tentassem conspirar contra a presença inglesa. A ausência da família real desagradava aos Portugueses, pois viam-se como uma colónia do Brasil. No entanto, com a abertura dos portos brasileiros no Tratado de 1810, que resultou numa quebra das receitas alfandegárias para Portugal, e autorizou a instalação de manufaturas no Brasil, lesando os interesses da burguesia do Porto e de Lisboa. O ambiente político, social e económica em Portugal agravava-se e as ideias liberais começaram a se difundir. Com a formação do Sinédrio em 1818, que irá engendrar um plano para reaver Portugal dos ingleses. Com dois levantamentos militares e formarem a Junta Provisional do Governo Supremo do Reino de Portugal onde manterá a ordem e forma uma nova regência que pede a volta do Rei do Brasil e que jure a Constituição de 1822. Com a morte do rei D. João VI, o reino era se dividir em das facções os Liberais liderados pelo seu filho mais velho, D. Pedro e os Absolutistas, sendo o líder o filho mais novo, D. Miguel, a guerra civil portuguesa estava instaurada A História tem uma grande missão que serve para educar sobre o passado ao aluno. Pois, a partir deste conhecimento o aluno terá noção dos acontecimentos passados e, dessa forma, saberá defender-se com esse conhecimento. Sem memória não existe ciência.