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Características sociodemográficas como preditores de exaustão emocional em cuidadores formais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho de investigação teve como principal objetivo verificar se as variáveis sociodemográficas podem ser preditoras do Burnout. Foi constituída uma amostra total de 183 Cuidadores Formais, tendo sido aplicado um inquérito por questionário sociodemográfico, assim como o Inventário de Burnout de Copenhague, para cada um dos cuidadores da referida amostra. Os dados foram analisados através de provas Paramétricas e Não Paramétricas, e igualmente realizadas regressões Lineares Múltiplas para explorar a potencial capacidade preditora das variáveis sociodemográficas. Em contexto real, foi possível concluir que os Cuidadores Formais não apresentaram níveis elevados de Burnout, sendo identificadas 75% das respostas abaixo do índice 50 de IBC. Em relação aos cuidadores femininos, estes demonstraram maior índice de Burnout nas 3 subescalas – Pessoal, relacionada com o Trabalho e com o “Utente”, do que os cuidadores masculinos. As questões “Condição” e “Alvo de Cuidados” manifestaram diferenças significativas nas 3 subescalas de Burnout. Relativamente a possíveis preditores de Exaustão Emocional, destacam-se as variáveis “Sexo” na subescala “Pessoal”; as variáveis “Alvo de Cuidados”, “Escolaridade”, “Ter Filhos” e “Categoria Profissional”, na subescala relacionada com o Trabalho; e as variáveis “Alvo de Cuidados”, “Escolaridade” e “Trabalhar por Turnos”, na subescala relacionada com o Utente.
Autores principais:Mantinha, Pedro Manuel Fernandes
Assunto:Burnout Cuidadores formais Envelhecimento Variáveis sociodemográficas Dissertações de mestrado - 2022
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente trabalho de investigação teve como principal objetivo verificar se as variáveis sociodemográficas podem ser preditoras do Burnout. Foi constituída uma amostra total de 183 Cuidadores Formais, tendo sido aplicado um inquérito por questionário sociodemográfico, assim como o Inventário de Burnout de Copenhague, para cada um dos cuidadores da referida amostra. Os dados foram analisados através de provas Paramétricas e Não Paramétricas, e igualmente realizadas regressões Lineares Múltiplas para explorar a potencial capacidade preditora das variáveis sociodemográficas. Em contexto real, foi possível concluir que os Cuidadores Formais não apresentaram níveis elevados de Burnout, sendo identificadas 75% das respostas abaixo do índice 50 de IBC. Em relação aos cuidadores femininos, estes demonstraram maior índice de Burnout nas 3 subescalas – Pessoal, relacionada com o Trabalho e com o “Utente”, do que os cuidadores masculinos. As questões “Condição” e “Alvo de Cuidados” manifestaram diferenças significativas nas 3 subescalas de Burnout. Relativamente a possíveis preditores de Exaustão Emocional, destacam-se as variáveis “Sexo” na subescala “Pessoal”; as variáveis “Alvo de Cuidados”, “Escolaridade”, “Ter Filhos” e “Categoria Profissional”, na subescala relacionada com o Trabalho; e as variáveis “Alvo de Cuidados”, “Escolaridade” e “Trabalhar por Turnos”, na subescala relacionada com o Utente.