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Impacto de uma interrupção espontânea da gravidez na vinculação pré-natal, numa gravidez seguinte

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação aborda o tema da perda gestacional, procurando obter informações sobre o impacto desta numa gravidez seguinte. Frequentemente as experiências da gravidez e da maternidade são vivências positivas, que põem de parte um lado mais sombrio que estas experiências de vida podem vir a trazer. A perda de um bebé in útero está associada um vasto leque de sentimentos e emoções que vão assombrar a mulher a longo prazo. Quando uma mulher com história de interrupção espontânea da gravidez embarca numa gravidez seguinte tende a lidar com sentimentos contraditórios que podem vir a influenciar a vinculação ao novo bebé. Este estudo teve como objectivo comparar a Vinculação Pré-Natal a uma nova gravidez em mulheres grávidas sem história de interrupção espontânea da gravidez com mulheres, igualmente grávidas, que tenham sofrido pelo menos uma interrupção espontânea da gravidez. Com esta finalidade foi recolhida uma amostra de 114 mulheres das quais 52 com história de interrupção espontânea da gravidez e 62 sem história de interrupção espontânea da gravidez e foram utilizados dois instrumentos: o Questionário Sócio-Demográfico e o Questionário de Vinculação Pré-Natal (Condon, 1993). Esperava-se que a Vinculação Pré-Natal fosse mais baixa para as mulheres com história de interrupção espontânea da gravidez (hipótese 1). Os resultados, empiricamente obtidos, não apoiaram a hipótese deste estudo. Foram apontadas limitações e estudos futuros.
Autores principais:Rodrigues, Ana Sofia Nóbrega
Assunto:Vinculação Gravidez Aborto espontâneo Teses de mestrado - 2009
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação aborda o tema da perda gestacional, procurando obter informações sobre o impacto desta numa gravidez seguinte. Frequentemente as experiências da gravidez e da maternidade são vivências positivas, que põem de parte um lado mais sombrio que estas experiências de vida podem vir a trazer. A perda de um bebé in útero está associada um vasto leque de sentimentos e emoções que vão assombrar a mulher a longo prazo. Quando uma mulher com história de interrupção espontânea da gravidez embarca numa gravidez seguinte tende a lidar com sentimentos contraditórios que podem vir a influenciar a vinculação ao novo bebé. Este estudo teve como objectivo comparar a Vinculação Pré-Natal a uma nova gravidez em mulheres grávidas sem história de interrupção espontânea da gravidez com mulheres, igualmente grávidas, que tenham sofrido pelo menos uma interrupção espontânea da gravidez. Com esta finalidade foi recolhida uma amostra de 114 mulheres das quais 52 com história de interrupção espontânea da gravidez e 62 sem história de interrupção espontânea da gravidez e foram utilizados dois instrumentos: o Questionário Sócio-Demográfico e o Questionário de Vinculação Pré-Natal (Condon, 1993). Esperava-se que a Vinculação Pré-Natal fosse mais baixa para as mulheres com história de interrupção espontânea da gravidez (hipótese 1). Os resultados, empiricamente obtidos, não apoiaram a hipótese deste estudo. Foram apontadas limitações e estudos futuros.