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Organização do trabalho e novas tecnologias : que realidade pós-taylorista/fordista?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Há muito que investir em tecnologias sem atender à (re)organização do trabalho e consequente (re)qualificação das pessoas deixou de ser "a melhor forma" para se enfrentar o mercado. Em boa verdade, não existe o "modelo ideal". O cenário é de complexidade e diversidade, sendo essa heterogeneidade de situações extensível à realidade interna de uma mesma empresa. Não obstante a diversidade de estratégias organizacionais, há combinações e modos específicos de organizar o trabalho que se vêm tornando predominantes na realidade pós-taylorist/fordista do mundo empresarial: para além de taylorista, cuja forte herança continua a marcar presença no actual contexto, destacamos o neo-taylorista, a lean production e o antropocêntrico. Efaxctuada a avaliação do cenário em que se estão a desenvolver novas formas de organizar o trabalho, procura-se, no estudo empírico, conhecer as acções que nesta matéria têm vindo a ser implementadas por um dos bancos com melhor posição no mercado financeiro nacional. Na óptica da organização do trabalho, as iniciativas empreendidas pela empresa estudada demonstram a existência de um modelo híbrido de organização do trabalho, que se inscreve no contínuo entre o neo-taylorismo e a lean production. Neste contínuo, as funções e os locais de trabalho que mais se regem por princípios chave da lean production são os que maior proximidade têm com o cliente - Gestores de Cliente e Agências.
Autores principais:Pinto, Alexandra Manuela Jorge Ferreira Teixeira
Assunto:Organização do trabalho Pós-taylorismo/fordismo Qualificações e tecnologias de informação e comunicação Organization of work post-taylorism/fordism Qualifications and information and communication technologies
Ano:2004
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Há muito que investir em tecnologias sem atender à (re)organização do trabalho e consequente (re)qualificação das pessoas deixou de ser "a melhor forma" para se enfrentar o mercado. Em boa verdade, não existe o "modelo ideal". O cenário é de complexidade e diversidade, sendo essa heterogeneidade de situações extensível à realidade interna de uma mesma empresa. Não obstante a diversidade de estratégias organizacionais, há combinações e modos específicos de organizar o trabalho que se vêm tornando predominantes na realidade pós-taylorist/fordista do mundo empresarial: para além de taylorista, cuja forte herança continua a marcar presença no actual contexto, destacamos o neo-taylorista, a lean production e o antropocêntrico. Efaxctuada a avaliação do cenário em que se estão a desenvolver novas formas de organizar o trabalho, procura-se, no estudo empírico, conhecer as acções que nesta matéria têm vindo a ser implementadas por um dos bancos com melhor posição no mercado financeiro nacional. Na óptica da organização do trabalho, as iniciativas empreendidas pela empresa estudada demonstram a existência de um modelo híbrido de organização do trabalho, que se inscreve no contínuo entre o neo-taylorismo e a lean production. Neste contínuo, as funções e os locais de trabalho que mais se regem por princípios chave da lean production são os que maior proximidade têm com o cliente - Gestores de Cliente e Agências.