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Significado do 1º pilar da política monetária do Eurosistema
| Resumo: | O presente estudo tem como objectivo fundamental investigar qual o significado do papel atribuído pelo Banco Central Europeu (BCE) ao agregado monetário largo M3 na condução da política monetária na zona euro. Partindo de um breve enquadramento teórico quanto ao papel atribuído pelo BCE à moeda, procede-se a uma análise empírica, baseada em vectores autoregressivos (usando essencialmente as variáveis macroeconómicas: taxa de crescimento do M3, hiato do M3 em termos reais, taxa de inflação e hiato do produto), no sentido de detectar evidência empírica de suporte ao papel proeminente que foi atribuído à moeda pelo BCE. As principais conclusões deste estudo apontam para a existência de uma enorme sensibilidade em torno da definição da taxa de inflação. No entanto, partindo-se da taxa de inflação medida pelo deflator do Produto Interno Bruto (PIB), a evidência empírica parece sugerir uma certa primazia como indicador de evolução futura dos preços o hiato do M3 em termos reais quando comparado quer com a taxa de crescimento do agregado monetário largo M3 quer com o hiato do produto. |
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| Autores principais: | Oliveira, Jorge Manuel Caetano de |
| Assunto: | BCE inflação taxa de crescimento M3 procura de moeda modelo p* adaptado vector autoregressivo ECB inflation M3 growth rate money demand adapted P-Star model autoregressive vector |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O presente estudo tem como objectivo fundamental investigar qual o significado do papel atribuído pelo Banco Central Europeu (BCE) ao agregado monetário largo M3 na condução da política monetária na zona euro. Partindo de um breve enquadramento teórico quanto ao papel atribuído pelo BCE à moeda, procede-se a uma análise empírica, baseada em vectores autoregressivos (usando essencialmente as variáveis macroeconómicas: taxa de crescimento do M3, hiato do M3 em termos reais, taxa de inflação e hiato do produto), no sentido de detectar evidência empírica de suporte ao papel proeminente que foi atribuído à moeda pelo BCE. As principais conclusões deste estudo apontam para a existência de uma enorme sensibilidade em torno da definição da taxa de inflação. No entanto, partindo-se da taxa de inflação medida pelo deflator do Produto Interno Bruto (PIB), a evidência empírica parece sugerir uma certa primazia como indicador de evolução futura dos preços o hiato do M3 em termos reais quando comparado quer com a taxa de crescimento do agregado monetário largo M3 quer com o hiato do produto. |
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