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Exossomas no Desenvolvimento de Doenças Neurodegenerativas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os exossomas são nanovesículas que resultam da secreção observada em diferentes tipos celulares. Na sua constituição possuem diversas proteínas, lípidos, RNA não codificante, mRNA e miRNA, cuja composição varia de acordo com a célula parental que lhes deu origem. Essas estruturas possuem a capacidade de transportar a informação herdada da célula progenitora até células periféricas ou mais distantes, evidenciando a sua função de mediador da comunicação intercelular e o seu potencial enquanto agente biomarcador de doenças. A presença de exossomas tem sido observada em várias células do Sistema Nervoso Central atuando de forma benéfica ao promoverem a transmissão de informação intercelular e assim fortalecer os processos sinápticos. Ainda assim, os exossomas podem ser responsáveis por provocarem efeitos danosos nas células ao serem responsáveis pela propagação de proteínas tóxicas por todo o sistema nervoso. Dessa forma, existirá uma maior predisposição ao desenvolvimento de algumas doenças neurodegenerativas, como a Doença de Alzheimer (DA), Doença de Parkinson (DP) e Doença Priónica. O presente trabalho aborda a temática referida, com base na literatura que está disponível. Apesar de se ter avançado muito nos últimos anos para o melhor conhecimento dos exossomas ainda existe muita informação para desvendar.
Autores principais:Fernandes, Lina Alexandra Lopes
Assunto:Doença de Alzheimer Doença de Huntington Doença de Parkinson Doença priónica Exossoma Mestrado Integrado - 2015 Neurodegeneração
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os exossomas são nanovesículas que resultam da secreção observada em diferentes tipos celulares. Na sua constituição possuem diversas proteínas, lípidos, RNA não codificante, mRNA e miRNA, cuja composição varia de acordo com a célula parental que lhes deu origem. Essas estruturas possuem a capacidade de transportar a informação herdada da célula progenitora até células periféricas ou mais distantes, evidenciando a sua função de mediador da comunicação intercelular e o seu potencial enquanto agente biomarcador de doenças. A presença de exossomas tem sido observada em várias células do Sistema Nervoso Central atuando de forma benéfica ao promoverem a transmissão de informação intercelular e assim fortalecer os processos sinápticos. Ainda assim, os exossomas podem ser responsáveis por provocarem efeitos danosos nas células ao serem responsáveis pela propagação de proteínas tóxicas por todo o sistema nervoso. Dessa forma, existirá uma maior predisposição ao desenvolvimento de algumas doenças neurodegenerativas, como a Doença de Alzheimer (DA), Doença de Parkinson (DP) e Doença Priónica. O presente trabalho aborda a temática referida, com base na literatura que está disponível. Apesar de se ter avançado muito nos últimos anos para o melhor conhecimento dos exossomas ainda existe muita informação para desvendar.