Publicação
A fronteira nebulosa entre terapêutica e doping : os agonistas β2-adrenérgicos no desporto : revisão da literatura
| Resumo: | O doping, isto é, a utilização de substâncias químicas com o intuito de aumentar o desempenho desportivo, é uma prática que remonta aos primórdios da competição desportiva organizada. Entre as diversas substâncias implicadas encontram-se fármacos de prescrição médica cuja utilização é muito tentadora, tais como os agonistas β2-adrenérgicos. Estes têm gerado muito interesse embora a evidência existente na literatura acerca do seu potencial ergogénico seja controversa e a sua utilização se encontre interdita pela WADA a desportistas de alta competição. Neste trabalho é realizada uma revisão da evidência científica existente acerca dos agonistas β-adrenérgicos, do seu mecanismo de acção no organismo humano, dos efeitos demonstrados in vitro e em animais e nos estudos realizados em seres humanos, procurando clarificar se estes fármacos conferem uma vantagem a quem os utiliza e se este efeito está dependente do tempo e via de administração ou substância utilizada. |
|---|---|
| Autores principais: | Delgado, André Matos |
| Assunto: | Terapêutica Doping nos desportos Agonistas de receptores adrenérgicos beta 2 |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O doping, isto é, a utilização de substâncias químicas com o intuito de aumentar o desempenho desportivo, é uma prática que remonta aos primórdios da competição desportiva organizada. Entre as diversas substâncias implicadas encontram-se fármacos de prescrição médica cuja utilização é muito tentadora, tais como os agonistas β2-adrenérgicos. Estes têm gerado muito interesse embora a evidência existente na literatura acerca do seu potencial ergogénico seja controversa e a sua utilização se encontre interdita pela WADA a desportistas de alta competição. Neste trabalho é realizada uma revisão da evidência científica existente acerca dos agonistas β-adrenérgicos, do seu mecanismo de acção no organismo humano, dos efeitos demonstrados in vitro e em animais e nos estudos realizados em seres humanos, procurando clarificar se estes fármacos conferem uma vantagem a quem os utiliza e se este efeito está dependente do tempo e via de administração ou substância utilizada. |
|---|