Publicação
Formação e implicação afectiva : o papel mediador do cumprimento do contrato psicológico : o caso dos trabalhadores temporários
| Resumo: | Esta investigação estudou a relação entre a formação, como promotor da empregabilidade, e a implicação afectiva nos trabalhadores temporários do sector industrial ( = 393), pretendendo averiguar em que medida a percepção de cumprimento do contrato psicológico (CCP) é uma variável explicativa desta relação, ou seja, se o CCP é um mediador desta relação. Os dados obtidos suportam a ideia de que as teorias de troca social e do contrato psicológico são importantes na explicação da implicação afectiva dos trabalhadores. A formação tem uma relação significativa com a implicação afectiva nos trabalhadores temporários. No entanto, esta relação existe apenas através da percepção do CCP pelos trabalhadores. Só quando estes percepcionam que a organização cumpre com as suas obrigações é que a formação tem influência na implicação afectiva dos trabalhadores temporários, verificando-se, assim, que o CCP medeia totalmente a relação entre a formação e a implicação afectiva dos trabalhadores temporários. Palavras-chave: Formação, cumprimento do contrato psicológico, implicação afectiva, trabalhadores temporários, empregabilidade. |
|---|---|
| Autores principais: | Dwarkadas, Urvi Vinodrai |
| Assunto: | Contrato psicológico Trabalhadores temporários Teses de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Esta investigação estudou a relação entre a formação, como promotor da empregabilidade, e a implicação afectiva nos trabalhadores temporários do sector industrial ( = 393), pretendendo averiguar em que medida a percepção de cumprimento do contrato psicológico (CCP) é uma variável explicativa desta relação, ou seja, se o CCP é um mediador desta relação. Os dados obtidos suportam a ideia de que as teorias de troca social e do contrato psicológico são importantes na explicação da implicação afectiva dos trabalhadores. A formação tem uma relação significativa com a implicação afectiva nos trabalhadores temporários. No entanto, esta relação existe apenas através da percepção do CCP pelos trabalhadores. Só quando estes percepcionam que a organização cumpre com as suas obrigações é que a formação tem influência na implicação afectiva dos trabalhadores temporários, verificando-se, assim, que o CCP medeia totalmente a relação entre a formação e a implicação afectiva dos trabalhadores temporários. Palavras-chave: Formação, cumprimento do contrato psicológico, implicação afectiva, trabalhadores temporários, empregabilidade. |
|---|