Publicação

Design de comunicação para a saúde

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A forma como a informação relativa a novos medicamentos ou tratamentos é apresentada, não só aos médicos e profissionais de saúde, como também ao público em geral, muito tem a ver com o modo como estes a vão entender e assimilar. Esta informação precisa de ser trabalhada graficamente, de modo a ser apelativa e clara, e com o intuito de se tornar memorável e, consequentemente, possa capacitar o público em geral a estar mais informado relativamente à sua própria saúde. Por outro lado, permite que os médicos e profissionais de saúde, na altura de recomendar certo tratamento ou medicamento, consigam tomar a decisão mais informada. O papel que o Design de Comunicação desempenha nesta transmissão de informação, deve ser considerado muito relevante, já que permite que a comunicação se realize de modo eficaz, claro e expressivo, permitindo, assim, assegurar que as campanhas de saúde tenham mais sucesso. Neste sentido, através da realização de um estágio na empresa Brandimage – que trabalha para diversos clientes a operar neste setor – pretendeu-se entender de que modo o design pode intervir e contribuir para uma melhor comunicação entre o setor da saúde e os dois tipos de público referidos, médicos e profissionais de saúde e o público em geral, nomeadamente na construção de identidades visuais claras e coerentes. Ao longo do estágio foram desenvolvidos projetos tendo em conta ambos os públicos-alvo, com o intuito de melhor entender a relação entre estas duas áreas: Design e Saúde. Assim, o relatório de estágio tem por base uma investigação relativamente à relação entre Design e Saúde, de modo a, por um lado, contribuir para o desenvolvimento dos projetos realizados durante o estágio de uma maneira mais informada e assertiva, e dos quais fazemos uma descrição e análise, e por outro lado, possibilitando uma reflexão da qual também damos conta ao longo deste documento. A investigação que foi utilizada teve por base uma metodologia mista, intervencionista e não intervencionista, de base qualitativa, dividida em três fases: exploratória, generativa e avaliativa. Numa primeira fase, não intervencionista, dedicada à recolha de informação sobre o tema, foram realizadas uma revisão de literatura e a análise de casos de referência. Na fase seguinte, intervencionista, dedicada ao desenvolvimento projetual na empresa, foi realizada uma investigação ativa, assim como a observação do meio de trabalho da própria empresa e do modo como esta funciona. O trabalho prático desenvolvido ao longo do estágio, em conjunto com a reflexão teórica dos temas abordados, permitem reforçar a pertinência do papel desempenhado pelo Design de Comunicação na comunicação em saúde
Autores principais:Caetano, Catarina Rodrigues de Sá
Assunto:design de comunicação identidade visual saúde Brandimage marca gráfica communication design visual identity health brand mark
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A forma como a informação relativa a novos medicamentos ou tratamentos é apresentada, não só aos médicos e profissionais de saúde, como também ao público em geral, muito tem a ver com o modo como estes a vão entender e assimilar. Esta informação precisa de ser trabalhada graficamente, de modo a ser apelativa e clara, e com o intuito de se tornar memorável e, consequentemente, possa capacitar o público em geral a estar mais informado relativamente à sua própria saúde. Por outro lado, permite que os médicos e profissionais de saúde, na altura de recomendar certo tratamento ou medicamento, consigam tomar a decisão mais informada. O papel que o Design de Comunicação desempenha nesta transmissão de informação, deve ser considerado muito relevante, já que permite que a comunicação se realize de modo eficaz, claro e expressivo, permitindo, assim, assegurar que as campanhas de saúde tenham mais sucesso. Neste sentido, através da realização de um estágio na empresa Brandimage – que trabalha para diversos clientes a operar neste setor – pretendeu-se entender de que modo o design pode intervir e contribuir para uma melhor comunicação entre o setor da saúde e os dois tipos de público referidos, médicos e profissionais de saúde e o público em geral, nomeadamente na construção de identidades visuais claras e coerentes. Ao longo do estágio foram desenvolvidos projetos tendo em conta ambos os públicos-alvo, com o intuito de melhor entender a relação entre estas duas áreas: Design e Saúde. Assim, o relatório de estágio tem por base uma investigação relativamente à relação entre Design e Saúde, de modo a, por um lado, contribuir para o desenvolvimento dos projetos realizados durante o estágio de uma maneira mais informada e assertiva, e dos quais fazemos uma descrição e análise, e por outro lado, possibilitando uma reflexão da qual também damos conta ao longo deste documento. A investigação que foi utilizada teve por base uma metodologia mista, intervencionista e não intervencionista, de base qualitativa, dividida em três fases: exploratória, generativa e avaliativa. Numa primeira fase, não intervencionista, dedicada à recolha de informação sobre o tema, foram realizadas uma revisão de literatura e a análise de casos de referência. Na fase seguinte, intervencionista, dedicada ao desenvolvimento projetual na empresa, foi realizada uma investigação ativa, assim como a observação do meio de trabalho da própria empresa e do modo como esta funciona. O trabalho prático desenvolvido ao longo do estágio, em conjunto com a reflexão teórica dos temas abordados, permitem reforçar a pertinência do papel desempenhado pelo Design de Comunicação na comunicação em saúde