Publicação
Cooperação e gestão sustentável das pescas : as organizações de produtores : estudo de caso
| Resumo: | A literatura económica apresenta cenários bastante negativos quando se aborda a exploração dos recursos naturais. No entanto, recentemente, autores como Elinor Ostrom têm desenvolvido um trabalho interessante em torno do conceito da cooperação e exploração sustentável dos recursos comuns e os seus efeitos. Este trabalho debruça-se sobre as organizações de pesca em Portugal. Teoricamente, existem modelos bioeconómicos e instrumentos de gestão, que têm em consideração o mercado, a biologia das espécies, o regime de propriedade e a sustentabilidade dos ecossistemas. O setor das pescas apresenta falhas a nível estrutural e as organizações de produtores de pesca são fundamentais para a correção de certas lacunas existentes. Através da cooperação entre os associados das organizações de pesca e os diferentes stakeholders, é possível alcançar-se resultados bem-sucedidos. Estas organizações, ao estarem assentes em princípios de cogestão permitem aos seus associados ganharem escala na comercialização dos seus produtos e garantem um esforço de pesca que vá de encontro às necessidades do mercado, nunca descartando a sustentabilidade das espécies. |
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| Autores principais: | Pires, André Estrela |
| Assunto: | regime de propriedade recursos naturais comuns cogestão sustentabilidade organizações de produtores de pesca property rights natural resources commons co-management sustainability fish producer organizations |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A literatura económica apresenta cenários bastante negativos quando se aborda a exploração dos recursos naturais. No entanto, recentemente, autores como Elinor Ostrom têm desenvolvido um trabalho interessante em torno do conceito da cooperação e exploração sustentável dos recursos comuns e os seus efeitos. Este trabalho debruça-se sobre as organizações de pesca em Portugal. Teoricamente, existem modelos bioeconómicos e instrumentos de gestão, que têm em consideração o mercado, a biologia das espécies, o regime de propriedade e a sustentabilidade dos ecossistemas. O setor das pescas apresenta falhas a nível estrutural e as organizações de produtores de pesca são fundamentais para a correção de certas lacunas existentes. Através da cooperação entre os associados das organizações de pesca e os diferentes stakeholders, é possível alcançar-se resultados bem-sucedidos. Estas organizações, ao estarem assentes em princípios de cogestão permitem aos seus associados ganharem escala na comercialização dos seus produtos e garantem um esforço de pesca que vá de encontro às necessidades do mercado, nunca descartando a sustentabilidade das espécies. |
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