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Intermuscular coordination and gait variability in young adults : is there a connection?

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Resumo:Integrar a variabilidade no treino da marcha tem sido proposto como uma intervenção eficaz. Os metrónomos têm a capacidade de influenciar essa variabilidade havendo inclusive, uma correlação com dados eletromiográficos (EMG) dos gastrocnémios. Apesar da evidência do impacto dos metrónomos no controlo motor em idosos, ainda se verifica uma lacuna na compreensão da sua influência na coordenação intermuscular. Assim, este estudo visa investigar a influência de metrónomos, com diferentes estruturas temporais, na co-contração do tornozelo, durante a marcha, em jovens adultos saudáveis. Quinze participantes realizaram marcha sincronizada em quatro condições: sem “sinal” (UNC) e três condições com “sinal”: isócrono (ISO), fractal (FRC) e aleatório (RND). Os intervalos entre passadas (ISIs) foram medidos com um acelerómetro no maléolo lateral e a ativação muscular foi registada a partir dos sinais EMG do gastrocnémio medial (MG) e tibial anterior (TA). Foi calculada a escala fractal, obtida através da Detrended Fluctuation Analysis (DFA) aplicada à série temporal ISIs. A ANOVA de medidas repetidas, mostrou diferenças significativas para a condição no índice de co-contração (CCI)20-40%. As comparações emparelhadas revelaram que UNC era superior a RND e ISO e FRC era superior a RND e ISO. Não foram observadas diferenças entre UNC e FRC, nem entre ISO e RND. Também foram observadas diferenças no CCI60-80%. As comparações emparelhadas mostraram que UNC era superior a RND e ISO. Não foram observadas outras diferenças entre as condições. Os resultados sugerem que este tipo de intervenção provavelmente influencia o controlo motor, nomeadamente a co-contração do tornozelo durante a marcha. Bibliografia Contém referências, p. 22-32.
Autores principais:Lourenço, Sandrina Correia Rodrigues Garcia
Assunto:Co-contração Complexidade EMG Fractais Marcha Metronomos Tornozelo Ankle joint Co-contraction Complexity EMG Fractals Metronomes Walking Variability
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Integrar a variabilidade no treino da marcha tem sido proposto como uma intervenção eficaz. Os metrónomos têm a capacidade de influenciar essa variabilidade havendo inclusive, uma correlação com dados eletromiográficos (EMG) dos gastrocnémios. Apesar da evidência do impacto dos metrónomos no controlo motor em idosos, ainda se verifica uma lacuna na compreensão da sua influência na coordenação intermuscular. Assim, este estudo visa investigar a influência de metrónomos, com diferentes estruturas temporais, na co-contração do tornozelo, durante a marcha, em jovens adultos saudáveis. Quinze participantes realizaram marcha sincronizada em quatro condições: sem “sinal” (UNC) e três condições com “sinal”: isócrono (ISO), fractal (FRC) e aleatório (RND). Os intervalos entre passadas (ISIs) foram medidos com um acelerómetro no maléolo lateral e a ativação muscular foi registada a partir dos sinais EMG do gastrocnémio medial (MG) e tibial anterior (TA). Foi calculada a escala fractal, obtida através da Detrended Fluctuation Analysis (DFA) aplicada à série temporal ISIs. A ANOVA de medidas repetidas, mostrou diferenças significativas para a condição no índice de co-contração (CCI)20-40%. As comparações emparelhadas revelaram que UNC era superior a RND e ISO e FRC era superior a RND e ISO. Não foram observadas diferenças entre UNC e FRC, nem entre ISO e RND. Também foram observadas diferenças no CCI60-80%. As comparações emparelhadas mostraram que UNC era superior a RND e ISO. Não foram observadas outras diferenças entre as condições. Os resultados sugerem que este tipo de intervenção provavelmente influencia o controlo motor, nomeadamente a co-contração do tornozelo durante a marcha. Bibliografia Contém referências, p. 22-32.