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Habitação sustentável

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho parte de um enquadramento histórico das Ilhas de São Tomé e Príncipe, de uma análise do património cultural que tem vindo a desaparecer devido ao abandono e esquecimento. As empresas agrícolas, designadas por “roças”, foram em tempos importantes espaços de natureza cultural, social, económica e ambiental e contribuíram para a fundação e desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. Assim, evidenciou-se os aspetos importantes que marcaram as roças, desde o seu contexto histórico, social e urbanístico. O segundo capítulo é analisado o conceito de sustentabilidade e as suas três dimensões, social, económico e ambiental, no sentido de compreender a importância de serem consideradas pelo arquiteto ao intervir na roça, quer seja à escala urbana ou do edificado, tendo em conta o seu impacto no presente e futuro desenvolvimento. Ainda neste capítulo ir-se-á apresentar estratégias de desenho de arquitetura bioclimática passiva adequada às condições geográficas e climáticas da Ilha. O conhecimento adquirido sobre estas questões propõe assim o (re)desenho urbano da roça Porto Alegre, a reabilitação/ transformação da antiga fábrica de óleo de palma em um novo um equipamento e por último a proposta de uma habitação sustentável. A proposta de habitação sustentável apresentará soluções construtivas de baixo custo, empregando materiais e técnicas que possibilitem/garantem a qualidade da construção, a necessidade de aproveitar os recursos naturais trazendo assim benefício social, bem-estar e qualidade na habitação.
Autores principais:Alves, Catarina Vales Pereira
Assunto:São Tomé e Príncipe Roça Roça Porto Alegre Sustentabilidade Estratégias passivas São Tomé and Príncipe Porto Alegre Roça Sustainability Passive strategies
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente trabalho parte de um enquadramento histórico das Ilhas de São Tomé e Príncipe, de uma análise do património cultural que tem vindo a desaparecer devido ao abandono e esquecimento. As empresas agrícolas, designadas por “roças”, foram em tempos importantes espaços de natureza cultural, social, económica e ambiental e contribuíram para a fundação e desenvolvimento de São Tomé e Príncipe. Assim, evidenciou-se os aspetos importantes que marcaram as roças, desde o seu contexto histórico, social e urbanístico. O segundo capítulo é analisado o conceito de sustentabilidade e as suas três dimensões, social, económico e ambiental, no sentido de compreender a importância de serem consideradas pelo arquiteto ao intervir na roça, quer seja à escala urbana ou do edificado, tendo em conta o seu impacto no presente e futuro desenvolvimento. Ainda neste capítulo ir-se-á apresentar estratégias de desenho de arquitetura bioclimática passiva adequada às condições geográficas e climáticas da Ilha. O conhecimento adquirido sobre estas questões propõe assim o (re)desenho urbano da roça Porto Alegre, a reabilitação/ transformação da antiga fábrica de óleo de palma em um novo um equipamento e por último a proposta de uma habitação sustentável. A proposta de habitação sustentável apresentará soluções construtivas de baixo custo, empregando materiais e técnicas que possibilitem/garantem a qualidade da construção, a necessidade de aproveitar os recursos naturais trazendo assim benefício social, bem-estar e qualidade na habitação.