Publicação
Influência das barreiras arquitetónicas na capacidade funcional da pessoa idosa institucionalizada
| Resumo: | Com o processo de envelhecimento ocorrem perdas físicas, sensoriais e cognitivas que irão influenciar a forma como o indivíduo se relaciona com o espaço. Há medida que a capacidade funcional do idoso vai diminuindo, este torna-se mais sensível ao ambiente em que vive. Neste sentido, o espaço físico deve atender a características recomendadas de forma a promover o máximo de autonomia e participação. O presente estudo pretendeu avaliar a influência das barreiras arquitetónicas na capacidade funcional da pessoa idosa institucionalizada. A amostra por conveniência foi composta por 47 participantes de ambos os sexos, a residir em lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, com idades compreendidas entre os 60 e 95 anos. Para a recolha de dados foi aplicado o Índice de Barthel, Questionário de Saúde e a Lista de Verificação de Barreiras Arquitetónicas. Os resultados revelaram um grau de dependência nas Atividades da Vida Diária (AVD) maioritariamente moderado, um elevado sedentarismo e, que a maioria das características do espaço físico cumpre as recomendações exigidas. Revelaram também não haver associação entre as barreiras arquitetónicas e o grau de dependência nas AVD, e o tempo em movimento e na posição de sentado globalmente. |
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| Autores principais: | Lopes, Maria Catarina Campos |
| Assunto: | Envelhecimento Autonomia Capacidade funcional Atividades da vida diária Atividade física Sedentarismo Institucionalização Barreiras arquitetónicas Índice de Barthel Lista Verificação Barreiras Arquitetónicas Aging Autonomy Functional capacity Activities of daily living Physical activity Sedentary lifestyle Institutionalization Architectural barriers Barthel Index Architectural Barriers Checklist |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Com o processo de envelhecimento ocorrem perdas físicas, sensoriais e cognitivas que irão influenciar a forma como o indivíduo se relaciona com o espaço. Há medida que a capacidade funcional do idoso vai diminuindo, este torna-se mais sensível ao ambiente em que vive. Neste sentido, o espaço físico deve atender a características recomendadas de forma a promover o máximo de autonomia e participação. O presente estudo pretendeu avaliar a influência das barreiras arquitetónicas na capacidade funcional da pessoa idosa institucionalizada. A amostra por conveniência foi composta por 47 participantes de ambos os sexos, a residir em lar de idosos da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, com idades compreendidas entre os 60 e 95 anos. Para a recolha de dados foi aplicado o Índice de Barthel, Questionário de Saúde e a Lista de Verificação de Barreiras Arquitetónicas. Os resultados revelaram um grau de dependência nas Atividades da Vida Diária (AVD) maioritariamente moderado, um elevado sedentarismo e, que a maioria das características do espaço físico cumpre as recomendações exigidas. Revelaram também não haver associação entre as barreiras arquitetónicas e o grau de dependência nas AVD, e o tempo em movimento e na posição de sentado globalmente. |
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