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Monarquias ibéricas em perspectiva comparada (séculos XVI-XVIII): dinâmicas imperiais e circulação de modelos políticos-administrativos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O livro que aqui se apresenta propõe-se discutir, a partir de uma perspetiva comparada, as monarquias imperiais ibéricas entre os séculos xvi e xviii. Ele resulta de um projecto de longa duração, financiado pela Casa de Velázquez e pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e de um conjunto de encontros científicos, realizados entre Lisboa e Madrid, durante os quais foram discutidas as temáticas aqui apresentadas. O livro Monarquias Ibéricas em Perspectiva Comparada privilegia a organização territorial destas monarquias, tanto do ponto de vista das jurisdições políticas como religiosas, da estruturação das administrações civil (e dentro desta, a administração «indígena»), militar e eclesiástica, bem como da circulação de modelos entre as duas monarquias e no interior delas. O enfoque privilegia a dimensão colonial destas administrações, muito embora em permanente diálogo com as instituições metropolitanas.
Autores principais:Barreto Xavier, Ângela
Outros Autores:PALOMO DEL BARRIO, FEDERICO; Stumpf, Roberta
Assunto:Monarquias Ibéricas Império espanhol Império português
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O livro que aqui se apresenta propõe-se discutir, a partir de uma perspetiva comparada, as monarquias imperiais ibéricas entre os séculos xvi e xviii. Ele resulta de um projecto de longa duração, financiado pela Casa de Velázquez e pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, e de um conjunto de encontros científicos, realizados entre Lisboa e Madrid, durante os quais foram discutidas as temáticas aqui apresentadas. O livro Monarquias Ibéricas em Perspectiva Comparada privilegia a organização territorial destas monarquias, tanto do ponto de vista das jurisdições políticas como religiosas, da estruturação das administrações civil (e dentro desta, a administração «indígena»), militar e eclesiástica, bem como da circulação de modelos entre as duas monarquias e no interior delas. O enfoque privilegia a dimensão colonial destas administrações, muito embora em permanente diálogo com as instituições metropolitanas.