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Taw : o modelo de Karasek e a mediação pelo engagement como forma de prever o bem-estar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O século XX é marcado por novas tendências do mercado que levaram á flexibilidade do trabalho. As organizações recorrem assim a formas de trabalho que permitam flexibilidade na contratação e dispensa de colaboradores; recorrendo, frequentemente, a empresas de trabalho temporário, originando a uma relação jurídica triangular que nem sempre é a melhor: os trabalhadores queixam-se que a empresa de trabalho temporário não tem em conta os seus interesses e que na empresa utilizadora não são tratados da mesma forma que os colaboradores com contratos diretos. Este estudo procura analisar se as características de trabalho temporários têm influencia na seu bem-estar, e se o engagement tem um efeito mediador entre estas características e a satisfação geral com a vida. Estudos anteriores mostram que os trabalhadores encontram-se sujeitos a características de trabalho (controlo vs. exigências) diferentes dos restantes trabalhadores o que irá ter efeitos nem sempre positivos na sua satisfação geral. Enquanto o burnout tem sido um tópico quente na análise de amostra de trabalhadores temporários, este estudo decidiu-se focar-se no seu “oposto”, engagement. Isto para ajudar a compreender o efeito mediador do mesmo entre o controlo/exigências e a satisfação geral com a vida. No presente trabalho recorreu-se a um questionário para recolher dados junto de uma amostra de 4450 trabalhadores de uma empresa de trabalho temporário portuguesa, confirmando, no geral, a hipótese: 1) As características do trabalho relacionam-se com o bem-estar dos TAW; e confirmando de forma parcial a hipótese: 2) O engagement tem um papel mediador entre as características do trabalho e o bem-estar dos TAW.
Autores principais:Wecki, António
Assunto:Engagement Controlo (Psicologia) Trabalho temporário Mediação Teses de mestrado - 2015
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O século XX é marcado por novas tendências do mercado que levaram á flexibilidade do trabalho. As organizações recorrem assim a formas de trabalho que permitam flexibilidade na contratação e dispensa de colaboradores; recorrendo, frequentemente, a empresas de trabalho temporário, originando a uma relação jurídica triangular que nem sempre é a melhor: os trabalhadores queixam-se que a empresa de trabalho temporário não tem em conta os seus interesses e que na empresa utilizadora não são tratados da mesma forma que os colaboradores com contratos diretos. Este estudo procura analisar se as características de trabalho temporários têm influencia na seu bem-estar, e se o engagement tem um efeito mediador entre estas características e a satisfação geral com a vida. Estudos anteriores mostram que os trabalhadores encontram-se sujeitos a características de trabalho (controlo vs. exigências) diferentes dos restantes trabalhadores o que irá ter efeitos nem sempre positivos na sua satisfação geral. Enquanto o burnout tem sido um tópico quente na análise de amostra de trabalhadores temporários, este estudo decidiu-se focar-se no seu “oposto”, engagement. Isto para ajudar a compreender o efeito mediador do mesmo entre o controlo/exigências e a satisfação geral com a vida. No presente trabalho recorreu-se a um questionário para recolher dados junto de uma amostra de 4450 trabalhadores de uma empresa de trabalho temporário portuguesa, confirmando, no geral, a hipótese: 1) As características do trabalho relacionam-se com o bem-estar dos TAW; e confirmando de forma parcial a hipótese: 2) O engagement tem um papel mediador entre as características do trabalho e o bem-estar dos TAW.