Publicação

Curva de Phillips para Portugal : uma abordagem de cointegração

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação surge no âmbito da disciplina de Econometria I do curso de Mestrado em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, como proposta de um estudo de aplicação, e se possível desenvolvimento, de algumas técnicas econométricas leccionadas ao longo do curso. A este objectivo de carácter mais pedagógico juntou-se um genuíno interesse científico pelo tema: a cointegração é uma matéria "de ponta" no âmbito da econometria, tendo em si mesma um rigoroso suporte teórico em termos estatísticos, sendo naturalmente aplicável a diversas relações económicas. Neste contexto, é desenvolvido o tema das raízes unitárias e cointegração, propondo modelizações alternativas que passam pela consideração de modelos com mecanismo correctores do erro e análise em termos univariados e multivariados de algumas séries respeitantes à economia Portuguesa. Após a introdução, em termos da vertente económica, do tema referente ao eventual "trade-off' entre o produto-inflação em Portugal, inicia-se o estudo empírico das potenciais relações de cointegração. Pretendia-se inicialmente especificar uma Curva de Phillips para a economia Portuguesa, que fora já proposta por Carlos Robalo Marques, "Cointegration and the Output-Inflation trade-off': empirical evidence for Portugal" (1994, Banco de Portugal), como uma oportunidade de alargar conhecimentos e de aplicar técnicas econométricas com um desenvolvimento recente, no âmbito da modelização num contexto de integrabilidade. Em simultâneo, a perspectiva da teoria económica é de grande interesse, explicando a adesão ao tema em questão. Desta forma, era nosso objectivo, para além de dar continuidade temporal à análise de Marques (1994), fazer uma extensão da mesma pela introdução de novas variáveis, concretamente o grau de abertura da economia ao exterior, num contexto de cointegração.
Autores principais:Custódio, Sandra Cristina Casquinha Gancho da Silva
Assunto:Unit roots Cointegration Error correction models Phillips curve
Ano:1998
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente dissertação surge no âmbito da disciplina de Econometria I do curso de Mestrado em Matemática Aplicada à Economia e à Gestão, como proposta de um estudo de aplicação, e se possível desenvolvimento, de algumas técnicas econométricas leccionadas ao longo do curso. A este objectivo de carácter mais pedagógico juntou-se um genuíno interesse científico pelo tema: a cointegração é uma matéria "de ponta" no âmbito da econometria, tendo em si mesma um rigoroso suporte teórico em termos estatísticos, sendo naturalmente aplicável a diversas relações económicas. Neste contexto, é desenvolvido o tema das raízes unitárias e cointegração, propondo modelizações alternativas que passam pela consideração de modelos com mecanismo correctores do erro e análise em termos univariados e multivariados de algumas séries respeitantes à economia Portuguesa. Após a introdução, em termos da vertente económica, do tema referente ao eventual "trade-off' entre o produto-inflação em Portugal, inicia-se o estudo empírico das potenciais relações de cointegração. Pretendia-se inicialmente especificar uma Curva de Phillips para a economia Portuguesa, que fora já proposta por Carlos Robalo Marques, "Cointegration and the Output-Inflation trade-off': empirical evidence for Portugal" (1994, Banco de Portugal), como uma oportunidade de alargar conhecimentos e de aplicar técnicas econométricas com um desenvolvimento recente, no âmbito da modelização num contexto de integrabilidade. Em simultâneo, a perspectiva da teoria económica é de grande interesse, explicando a adesão ao tema em questão. Desta forma, era nosso objectivo, para além de dar continuidade temporal à análise de Marques (1994), fazer uma extensão da mesma pela introdução de novas variáveis, concretamente o grau de abertura da economia ao exterior, num contexto de cointegração.