Publicação
Efeitos da delimitação da área de estudo nos resultados da avaliação da suscetibilidade à rotura de movimentos de vertente com recurso a métodos estatísticos
| Resumo: | Com este estudo pretende-se avaliar os efeitos da delimitação da área de estudo nos resultados de avaliação da suscetibilidade a fenómenos de instabilidade geomorfológica. A avaliação da suscetibilidade foi efetuada através do método estatístico do Valor Informativo. Para tal foi utilizado um inventário de 442 deslizamentos translacionais superficiais, desencadeados por episódios de precipitação, e 9 fatores de predisposição. Numa primeira fase foi elaborado um modelo de suscetibilidade para a totalidade de uma bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha de São Miguel, Açores) (Modelo A). Numa segunda fase, o mesmo método estatístico foi aplicado a uma área mais restrita, correspondente ao sector montante da bacia hidrográfica, onde se concentra a maioria dos movimentos de vertente (Modelo B). Os resultados obtidos indicam que o Modelo B, apesar de registar taxas de sucesso e de predição mais baixas, é mais realista e reflete melhor a real capacidade estatística para antecipar a localização espacial de futuros deslizamentos. |
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| Autores principais: | Gordo, Cristina |
| Outros Autores: | Zêzere, José Luís; Marques, Rui |
| Assunto: | Deslizamentos Modelação Suscetibilidade Valor Informativo Validação |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Com este estudo pretende-se avaliar os efeitos da delimitação da área de estudo nos resultados de avaliação da suscetibilidade a fenómenos de instabilidade geomorfológica. A avaliação da suscetibilidade foi efetuada através do método estatístico do Valor Informativo. Para tal foi utilizado um inventário de 442 deslizamentos translacionais superficiais, desencadeados por episódios de precipitação, e 9 fatores de predisposição. Numa primeira fase foi elaborado um modelo de suscetibilidade para a totalidade de uma bacia hidrográfica da Ribeira Grande (ilha de São Miguel, Açores) (Modelo A). Numa segunda fase, o mesmo método estatístico foi aplicado a uma área mais restrita, correspondente ao sector montante da bacia hidrográfica, onde se concentra a maioria dos movimentos de vertente (Modelo B). Os resultados obtidos indicam que o Modelo B, apesar de registar taxas de sucesso e de predição mais baixas, é mais realista e reflete melhor a real capacidade estatística para antecipar a localização espacial de futuros deslizamentos. |
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