Publicação
A discrição da verdade: estratégias discretas de resistência
| Resumo: | Ler demoradamente um livro, conversar com um amigo ou passear pelas ruas de uma cidade, são, hoje, estratégias de resistência. São actividades privadas que foram gradualmente perdendo a capacidade de se posicionarem criticamente no mundo. Este texto regressa à performance “Estratégias discretas de resistência e amor”, onde me propus a ler, a média voz, sentado, sozinho, numa cadeira numa praça pública, um texto, de minha autoria – a peça de teatro Nós Somos os Rolling Stones, visando fazer confluir a dimensão pública com a da esfera íntima através da leitura. Pretendia explorar os traços denotativos da intimidade da escrita, explicando e pesquisando, em articulação com os auditores, as razões e as coisas não ditas que os textos escondem. Neste ensaio, volto a essa reflexão visando problematizar a forma como vamos revelando os nossos silêncios e fantasmas quando nos propomos dar voz a um mundo através da palavra escrita. |
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| Autores principais: | Coelho, Rui Pina |
| Assunto: | Conversar Resistência Performance Esfera pública Leitura Chatting Resistance Public sphere Reading |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Ler demoradamente um livro, conversar com um amigo ou passear pelas ruas de uma cidade, são, hoje, estratégias de resistência. São actividades privadas que foram gradualmente perdendo a capacidade de se posicionarem criticamente no mundo. Este texto regressa à performance “Estratégias discretas de resistência e amor”, onde me propus a ler, a média voz, sentado, sozinho, numa cadeira numa praça pública, um texto, de minha autoria – a peça de teatro Nós Somos os Rolling Stones, visando fazer confluir a dimensão pública com a da esfera íntima através da leitura. Pretendia explorar os traços denotativos da intimidade da escrita, explicando e pesquisando, em articulação com os auditores, as razões e as coisas não ditas que os textos escondem. Neste ensaio, volto a essa reflexão visando problematizar a forma como vamos revelando os nossos silêncios e fantasmas quando nos propomos dar voz a um mundo através da palavra escrita. |
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