Publicação
Caracterização física e química de vinhos rosés comerciais chilenos
| Resumo: | O consumo de vinho rosé está a crescer, conforme estudo realizado pela OIV, constatou-se um aumento no consumo de 28% entre os anos de 2002 a 2017. Desta forma, para o Chile, como grande produtor e exportador de vinhos, é estratégico pensar nas características de seus vinhos rosés para com isso delinear estratégia de produção e comercialização. A pesquisa realizada nesta dissertação teve como objetivo geral preencher a lacuna existente na literatura atual sobre a caracterização química e física dos vinhos rosés comerciais no Chile. Neste contexto, foram selecionados 18 vinhos rosados comercias de diferentes regiões vitivinícola do Chile. Nestes vinhos foram realizadas análises de pH, Acidez Total, Substâncias Redutoras, Características Cromáticas, Tonalidade, Cielab, Fenóis Totais, Taninos Totais, Antocianas Totais, Fenóis de baixo peso molecular por HPLC-DAD, Polissacáridos por HPLCIR e Ácidos Orgânicos por HPLC-FL Os resultados obtidos no presente estudo estão inseridos dentro da gama de resultados publicados na literatura. Entretanto, convém comentar sobre as substâncias redutoras dos vinhos rosés chilenos, uma vez que se observou resultado um pouco acima da média, quando comparados com os vinhos rosés franceses e espanhóis, mas dentro das normas estabelecidas no Chile. Outra análise que merece destaque é a referente a intensidade da cor (IC), onde se verificou que, em especial, a casta Cabernet Sauvignon obteve IC mais elevado. Finalmente os fenóis de baixo peso molecular apresentaram uma alta dispersão dos dados entre as amostras estudadas, sendo os compostos encontrados com maior frequência: ácido gálico, ácido protocatéquico, ácido caftárico, tirosol, ácido cafeico, ácido trans-cutárico, ácido siringico e ácido trans-ferulico |
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| Autores principais: | Vieira, Cynthia E. Malacarne Ribeiro de Almeida |
| Assunto: | vinho chileno vinho rosé análise química compostos fenólicos vinhos comerciais |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O consumo de vinho rosé está a crescer, conforme estudo realizado pela OIV, constatou-se um aumento no consumo de 28% entre os anos de 2002 a 2017. Desta forma, para o Chile, como grande produtor e exportador de vinhos, é estratégico pensar nas características de seus vinhos rosés para com isso delinear estratégia de produção e comercialização. A pesquisa realizada nesta dissertação teve como objetivo geral preencher a lacuna existente na literatura atual sobre a caracterização química e física dos vinhos rosés comerciais no Chile. Neste contexto, foram selecionados 18 vinhos rosados comercias de diferentes regiões vitivinícola do Chile. Nestes vinhos foram realizadas análises de pH, Acidez Total, Substâncias Redutoras, Características Cromáticas, Tonalidade, Cielab, Fenóis Totais, Taninos Totais, Antocianas Totais, Fenóis de baixo peso molecular por HPLC-DAD, Polissacáridos por HPLCIR e Ácidos Orgânicos por HPLC-FL Os resultados obtidos no presente estudo estão inseridos dentro da gama de resultados publicados na literatura. Entretanto, convém comentar sobre as substâncias redutoras dos vinhos rosés chilenos, uma vez que se observou resultado um pouco acima da média, quando comparados com os vinhos rosés franceses e espanhóis, mas dentro das normas estabelecidas no Chile. Outra análise que merece destaque é a referente a intensidade da cor (IC), onde se verificou que, em especial, a casta Cabernet Sauvignon obteve IC mais elevado. Finalmente os fenóis de baixo peso molecular apresentaram uma alta dispersão dos dados entre as amostras estudadas, sendo os compostos encontrados com maior frequência: ácido gálico, ácido protocatéquico, ácido caftárico, tirosol, ácido cafeico, ácido trans-cutárico, ácido siringico e ácido trans-ferulico |
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