Publicação
Agonia e Razões para Agir: Uma Crítica a Parfit
| Resumo: | Baseando‑se sobretudo no seu Argumento da Agonia, Derek Parfit opôs‑se a todas as teorias segundo as quais as razões para agir baseiam-se nas atitudes do agente. Recorro ao chamado “Princípio da Reflexão Condicional” – aqui designado como “Princípio do Espelho” –, de R. M. Hare, para pôr em causa a alegação de Parfit de que os subjectivistas de razões não podem subscrever consistentemente a perspectiva de que “todos temos uma razão para querer evitar, e para tentar evitar, toda a agonia futura.” Examino várias objecções ao Princípio do Espelho e mostro que todas elas resultam de interpretações erradas do seu conteúdo. |
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| Autores principais: | Galvão, Pedro |
| Assunto: | Parfit, Derek, 1942-2017 Sofrimento Razões para agir Princípio da reflexão condicional Hare, Richard Mervyn, 1919-2002 |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Baseando‑se sobretudo no seu Argumento da Agonia, Derek Parfit opôs‑se a todas as teorias segundo as quais as razões para agir baseiam-se nas atitudes do agente. Recorro ao chamado “Princípio da Reflexão Condicional” – aqui designado como “Princípio do Espelho” –, de R. M. Hare, para pôr em causa a alegação de Parfit de que os subjectivistas de razões não podem subscrever consistentemente a perspectiva de que “todos temos uma razão para querer evitar, e para tentar evitar, toda a agonia futura.” Examino várias objecções ao Princípio do Espelho e mostro que todas elas resultam de interpretações erradas do seu conteúdo. |
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