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Decadência e identidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Num vale de infraestruturas, escondido da vista dos mais atentos, um edifício perdeu a sua identidade, a sua presença no espaço. A análise do que é a identidade e da decadência do espaço humanizado e natural, das consequências da intervenção humana e da perda da natureza visa a ser um dos temas do cotidiano. Com o objetivo de compreender como o edifício se adapta ao tempo, a parte teórica pretende que haja uma perceção sobre a vida útil do espaço edificado e urbanizado, existindo as mais diversas causas para a decadência do mesmo, perceber o que leva ao enaltecimento do edifício ou despego, questões culturais e de flexibilidade funcional. A parte projetual deste trabalho foca-se no caso do vale de alcântara, em Lisboa, especificamente um edifício onde se situava Companhia Lisboense de Estamparia e Tinturaria de Algodões, tratando-se do único edifício fabril que se manteve naquela zona e que embora não tenha sido destruído, “desapareceu” no meio de construções e infraestruturas viárias, consequência da severidade do tempo, por isto ser o edifício com maior concentração no trabalho.
Autores principais:Mota, Bruno Miguel de Oliveira Lopes
Assunto:decadência flexibilidade função identidade Lisboa Vale de Alcântara decadence flexibility occupation identity Lisbon Alcântara Valley
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Num vale de infraestruturas, escondido da vista dos mais atentos, um edifício perdeu a sua identidade, a sua presença no espaço. A análise do que é a identidade e da decadência do espaço humanizado e natural, das consequências da intervenção humana e da perda da natureza visa a ser um dos temas do cotidiano. Com o objetivo de compreender como o edifício se adapta ao tempo, a parte teórica pretende que haja uma perceção sobre a vida útil do espaço edificado e urbanizado, existindo as mais diversas causas para a decadência do mesmo, perceber o que leva ao enaltecimento do edifício ou despego, questões culturais e de flexibilidade funcional. A parte projetual deste trabalho foca-se no caso do vale de alcântara, em Lisboa, especificamente um edifício onde se situava Companhia Lisboense de Estamparia e Tinturaria de Algodões, tratando-se do único edifício fabril que se manteve naquela zona e que embora não tenha sido destruído, “desapareceu” no meio de construções e infraestruturas viárias, consequência da severidade do tempo, por isto ser o edifício com maior concentração no trabalho.