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Estratégia de mobilização de investimentos para a melhoria do desempenho energético do parque imobiliário

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Detalhes bibliográficos
Resumo:De acordo com os dados da União Europeia, o consumo energético em edifícios representa atualmente cerca de 40% do consumo de energia final. Este consumo está diretamente relacionado com o facto destes edifícios serem sobretudo de construção antiga e necessitarem de grandes quantidades de energia por forma a manter temperaturas de conforto dentro do edifício. Estes consumos podem ser diminuídos a partir de uma renovação energética nas suas estruturas construtivas e sistemas técnicos, pelo que a Comissão Europeia obriga os seus Estados-Membros a estudar e a adotar uma estratégia que consiga renovar o parque edificado até 2050. Em Portugal considera-se que existe um potencial de renovação prioritário de 286 km2 de área pavimento no caso dos edifícios residenciais. Este potencial pode ser renovado com recurso aos vários fundos de investimento já existentes, contudo, de forma a cobrir todo o potencial é necessário que o Estado tome medidas adicionais de forma a anular os obstáculos ainda existentes. Estas medidas podem ser legislativas e regulamentares, por exemplo. No caso dos edifícios de comércio e serviços a informação existente ainda é pouco clara e robusta sendo desde já necessário recorrer a novos levantamentos estatísticos de forma a melhorar a visão do parque imobiliário existente.
Autores principais:Raposo, Ana Rita Alexandre
Assunto:Eficiência energética Renovação de edifícios Parque imobiliário Teses de mestrado - 2018
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:De acordo com os dados da União Europeia, o consumo energético em edifícios representa atualmente cerca de 40% do consumo de energia final. Este consumo está diretamente relacionado com o facto destes edifícios serem sobretudo de construção antiga e necessitarem de grandes quantidades de energia por forma a manter temperaturas de conforto dentro do edifício. Estes consumos podem ser diminuídos a partir de uma renovação energética nas suas estruturas construtivas e sistemas técnicos, pelo que a Comissão Europeia obriga os seus Estados-Membros a estudar e a adotar uma estratégia que consiga renovar o parque edificado até 2050. Em Portugal considera-se que existe um potencial de renovação prioritário de 286 km2 de área pavimento no caso dos edifícios residenciais. Este potencial pode ser renovado com recurso aos vários fundos de investimento já existentes, contudo, de forma a cobrir todo o potencial é necessário que o Estado tome medidas adicionais de forma a anular os obstáculos ainda existentes. Estas medidas podem ser legislativas e regulamentares, por exemplo. No caso dos edifícios de comércio e serviços a informação existente ainda é pouco clara e robusta sendo desde já necessário recorrer a novos levantamentos estatísticos de forma a melhorar a visão do parque imobiliário existente.