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A flexibilidade na arquitetura

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Vivemos hoje num mundo marcado pela instabilidade, pela imprevisibilidade e pela rapidez dos avanços tecnológicos; vivemos numa sociedade complexa, de práticas heterogéneas e em constante mutação, às quais a arquitectura nem sempre tem conseguido responder. Efectivamente, se os modos de vida e as necessidades se alteram, a arquitectura também terá de se alterar; se as pessoas e as práticas são diversificadas, a arquitectura terá de se mostrar versátil e adaptável. Pretende-se, com este trabalho, alertar para a importância de encarar a mudança como factor intrínseco ao projecto arquitectónico, incorporando a flexibilidade no acto de pensamento e concepção. Servindo-se de um vazio urbano no Largo do Intendente, o trabalho reflecte sobre a flexibilidade como uma característica potencialmente qualificadora da arquitectura, capaz de produzir soluções adequadas às exigências, actuais e futuras, dos seus utilizadores. Mais do que isso, explora e analisa estratégias, que permitem a sua aplicação prática e que se reflectem, posteriormente, no caso concreto de projecto.
Autores principais:Valagão, Joana Martins Lopes
Assunto:Flexibilidade Adaptabilidade Multifuncionalidade Apropriação Mudança Habitação Flexibility Adaptability Multifunction Housing
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Vivemos hoje num mundo marcado pela instabilidade, pela imprevisibilidade e pela rapidez dos avanços tecnológicos; vivemos numa sociedade complexa, de práticas heterogéneas e em constante mutação, às quais a arquitectura nem sempre tem conseguido responder. Efectivamente, se os modos de vida e as necessidades se alteram, a arquitectura também terá de se alterar; se as pessoas e as práticas são diversificadas, a arquitectura terá de se mostrar versátil e adaptável. Pretende-se, com este trabalho, alertar para a importância de encarar a mudança como factor intrínseco ao projecto arquitectónico, incorporando a flexibilidade no acto de pensamento e concepção. Servindo-se de um vazio urbano no Largo do Intendente, o trabalho reflecte sobre a flexibilidade como uma característica potencialmente qualificadora da arquitectura, capaz de produzir soluções adequadas às exigências, actuais e futuras, dos seus utilizadores. Mais do que isso, explora e analisa estratégias, que permitem a sua aplicação prática e que se reflectem, posteriormente, no caso concreto de projecto.