Publicação
Aplicações dos bacteriófagos: avanços recentes e questões regulamentares
| Resumo: | Neste trabalho pretende-se apresentar o estado da arte da aplicação dos bacteriófagos como agentes para combater bactérias patogénicas dando-se especial relevo à terapia fágica, mostrando a sua evolução e o quadro regulamentar ao que está sujeita. A terapia fágica, conhecida à decadas, faz uso de bacteriófagos virulentos, vírus capazes de eliminar específicamente bactérias patogénicas. Contudo, após a descoberta e desenvolvimento de antibióticos, a terapia fágica só continuou a ser desenvolvida por países da Europa de Leste. Atualmente, o aumento de estirpes bacterianas resistentes aos antibióticos, tem despertado novamente o interesse pela terapia fágica. São numerosos os estudos pré-clinicos e clínicos realizados na Polónia e na Georgia que demonstram o potencial dos bacteriófagos como agentes terapêuticos no combate às infeções bacterianas. Contudo, a lacuna regulamentar existente em países da Europa occidental e Estados Unidos da América (EUA) tem dificultado a realização de ensaios clínicos robustos. Conclui-se que é necessária uma revisão pela European Medicines Agency (EMA) e a Food and Drug Administration (FDA), do quadro regulamentar a que a terapia fágica está sujeita para incentivar as companhias farmacêuticas a investir na realização de ensaios clínicos. |
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| Autores principais: | Torres, Maria Beatriz Palacios Rumsey Pinheiro |
| Assunto: | Bacteriófagos Terapia fágica Antibióticos Ensaios clínicos Mestrado Integrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste trabalho pretende-se apresentar o estado da arte da aplicação dos bacteriófagos como agentes para combater bactérias patogénicas dando-se especial relevo à terapia fágica, mostrando a sua evolução e o quadro regulamentar ao que está sujeita. A terapia fágica, conhecida à decadas, faz uso de bacteriófagos virulentos, vírus capazes de eliminar específicamente bactérias patogénicas. Contudo, após a descoberta e desenvolvimento de antibióticos, a terapia fágica só continuou a ser desenvolvida por países da Europa de Leste. Atualmente, o aumento de estirpes bacterianas resistentes aos antibióticos, tem despertado novamente o interesse pela terapia fágica. São numerosos os estudos pré-clinicos e clínicos realizados na Polónia e na Georgia que demonstram o potencial dos bacteriófagos como agentes terapêuticos no combate às infeções bacterianas. Contudo, a lacuna regulamentar existente em países da Europa occidental e Estados Unidos da América (EUA) tem dificultado a realização de ensaios clínicos robustos. Conclui-se que é necessária uma revisão pela European Medicines Agency (EMA) e a Food and Drug Administration (FDA), do quadro regulamentar a que a terapia fágica está sujeita para incentivar as companhias farmacêuticas a investir na realização de ensaios clínicos. |
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