Publicação

Desenvolvimento de uma bebida fermentada à base de mel

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Com a indústria alimentar cada vez mais competitiva e exigente, quer a nível de qualidade quer a nível de segurança, e com os consumidores a procurarem satisfazer as suas preferências, tornou-se crucial para as empresas o desenvolvimento de novos produtos, levando a um crescente investimento na área da inovação dos mesmos. O principal objetivo deste trabalho foi a criação de um bebida fermentada produzida a partir de mel, este novo produto foi idealizado pela professora Catarina Pristas tendo em conta uma possível valorização do alimento base. O método utilizado para a criação deste espumante teve como principio o processo de produção do espumante de vinho, mediante algumas alterações. Foi necessário estudar várias diluições de modo a obter a percentagem de açúcares totais mais indicada, açúcares estes que são fermentados por leveduras, dando origem à produção de etanol. Numa primeira fase, foram testadas diversas formulações, com vista a determinar quais os tipos de mel que davam origem à melhor bebida a nível organolético, variando as diluições dos mesmos e o tempo de fermentação. Após o teste de 34 formulações, o mel de urze e o de eucalipto foram considerados os preferíveis para a produção da bebida fermentada, sendo de entre as quatro diluições comparadas a 1:6 foi a que conferiu melhor perfil a nível aromático ao produto final. A avaliação sensorial por parte do painel de provadores não treinados (consumidores) permitiu verificar que, independentemente do mel utilizado, o período de fermentação favorito é o de 4 dias. Quer para a diluição urze 1:6 quer para a eucalipto 1:6 foi nas fermentações de 4 dias que se obtiveram os valores mais altos de intenção de compra, sendo estes 4,95 e 4,9 respetivamente.
Autores principais:Pimentel, Guilherme Miguel Felício da Silva
Assunto:mel fermentação alcoólica células imobilizadas espumante de mel saccharomyces cerevisiae
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com a indústria alimentar cada vez mais competitiva e exigente, quer a nível de qualidade quer a nível de segurança, e com os consumidores a procurarem satisfazer as suas preferências, tornou-se crucial para as empresas o desenvolvimento de novos produtos, levando a um crescente investimento na área da inovação dos mesmos. O principal objetivo deste trabalho foi a criação de um bebida fermentada produzida a partir de mel, este novo produto foi idealizado pela professora Catarina Pristas tendo em conta uma possível valorização do alimento base. O método utilizado para a criação deste espumante teve como principio o processo de produção do espumante de vinho, mediante algumas alterações. Foi necessário estudar várias diluições de modo a obter a percentagem de açúcares totais mais indicada, açúcares estes que são fermentados por leveduras, dando origem à produção de etanol. Numa primeira fase, foram testadas diversas formulações, com vista a determinar quais os tipos de mel que davam origem à melhor bebida a nível organolético, variando as diluições dos mesmos e o tempo de fermentação. Após o teste de 34 formulações, o mel de urze e o de eucalipto foram considerados os preferíveis para a produção da bebida fermentada, sendo de entre as quatro diluições comparadas a 1:6 foi a que conferiu melhor perfil a nível aromático ao produto final. A avaliação sensorial por parte do painel de provadores não treinados (consumidores) permitiu verificar que, independentemente do mel utilizado, o período de fermentação favorito é o de 4 dias. Quer para a diluição urze 1:6 quer para a eucalipto 1:6 foi nas fermentações de 4 dias que se obtiveram os valores mais altos de intenção de compra, sendo estes 4,95 e 4,9 respetivamente.