Publicação
Escalas e instrumentos para a avaliação da dor
| Resumo: | A dor é um sintoma ou uma doença que se apresenta numa forma subjetiva e multidimensional, tornando a sua interpretação de um ponto de vista clínico difícil. É por demais evidente que se torna necessário diagnosticá-la, avaliá-la e geri-la da maneira mais eficaz e sistemática. Como definido pela DGS, toma suma importância que a dor e os seus efeitos terapêuticos sejam sistematicamente e periodicamente avaliados e registados pelos profissionais de saúde, sendo tal reconhecido como uma norma de boa prática e como uma rotina altamente humanizante na abordagem de todo o tipo de doentes que sofrem de dor. Nas passadas décadas tem-se vindo a verificar um aumento nesta preocupação e um investimento de recursos neste sentido, tanto a nível mundial como em Portugal. As várias escalas e instrumentos para avaliação da dor existentes podem ser classificados, de uma forma simplista, consoante o método de aplicação utilizado, classificando-os em métodos que recorrem a uma autoavaliação ou a uma observação, ou consoante as dimensões da dor que os próprios têm capacidade de avaliar, distinguindo-os em elementos unidimensionais ou multidimensionais. Tal classificação permite, posteriormente à análise das várias características do doente em causa, de uma forma sucinta, definir os vários tipos de abordagem a utilizar nesta mesma avaliação. Atualmente, com o envelhecimento da população e com a cada vez maior prevalência de doenças crónicas, a avaliação da dor e a sua gestão terapêutica tomam um papel cada vez mais central. Através das escalas e instrumentos aqui descritos, podemos rever a importância que tem a utilização e adequação dos mesmos a diversas situações e doentes, para que o outcome terapêutico seja o melhor possível. |
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| Autores principais: | Sousa, António Maria de Paiva Pessoa Andrade e |
| Assunto: | Dor Avaliação da dor Escalas de avaliação Autoavaliação Unidimensional Mestrado Integrado - 2017 |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A dor é um sintoma ou uma doença que se apresenta numa forma subjetiva e multidimensional, tornando a sua interpretação de um ponto de vista clínico difícil. É por demais evidente que se torna necessário diagnosticá-la, avaliá-la e geri-la da maneira mais eficaz e sistemática. Como definido pela DGS, toma suma importância que a dor e os seus efeitos terapêuticos sejam sistematicamente e periodicamente avaliados e registados pelos profissionais de saúde, sendo tal reconhecido como uma norma de boa prática e como uma rotina altamente humanizante na abordagem de todo o tipo de doentes que sofrem de dor. Nas passadas décadas tem-se vindo a verificar um aumento nesta preocupação e um investimento de recursos neste sentido, tanto a nível mundial como em Portugal. As várias escalas e instrumentos para avaliação da dor existentes podem ser classificados, de uma forma simplista, consoante o método de aplicação utilizado, classificando-os em métodos que recorrem a uma autoavaliação ou a uma observação, ou consoante as dimensões da dor que os próprios têm capacidade de avaliar, distinguindo-os em elementos unidimensionais ou multidimensionais. Tal classificação permite, posteriormente à análise das várias características do doente em causa, de uma forma sucinta, definir os vários tipos de abordagem a utilizar nesta mesma avaliação. Atualmente, com o envelhecimento da população e com a cada vez maior prevalência de doenças crónicas, a avaliação da dor e a sua gestão terapêutica tomam um papel cada vez mais central. Através das escalas e instrumentos aqui descritos, podemos rever a importância que tem a utilização e adequação dos mesmos a diversas situações e doentes, para que o outcome terapêutico seja o melhor possível. |
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