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A frente de água

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Resumo:O presente Projecto Final de Mestrado propõe lançar bases para um discurso crítico acerca da acentuada degradação da frente ribeirinha de Setúbal e da separação existente entre o rio e a cidade. Devido aos sucessivos aterros levados a cabo pelo porto de Setúbal, no final do século XIX, a relação entre Setúbal e o Sado viu-se drasticamente alterada. Este trabalho pretende assim reflectir e agir sobre os espaços expectantes resultantes desta separação, de modo a reclamar para o domínio da cidade estes lugares de oportunidade que são verdadeiros instrumentos de regeneração urbana. Repensar uma cidade enquanto um todo, conectada com os meios que a rodeiam. Desta forma, visa-se valorizar a zona em estudo, através da regeneração urbana e de uma arquitectura de raíz, que promova actividades no âmbito cultural e desportivo, sem menosprezar o espaço publico. A solução apresentada pretende assim dar resposta às necessidades da contemporânea cidade de Setúbal, de maneria a potenciar a sua crescente economia. A fim de operar sobre as temáticas da regeneração urbana e da recuperaração da memória do lugar, é apresentada uma proposta urbana e arquitetónica que se debruça sobre diferentes escalas. A frente de água ganha então forma, através do desenvolvimento prático de uma proposta direccionada para o desporto e a interligação das pessoas que frequentam este espaço, reclamando o seu lugar enquanto marco na fachada da frente ribeirinha.
Autores principais:Calado, Francisco Fernandes
Assunto:Frente ribeirinha Setúbal Sado Regeneração urbana Waterfront Urban regeneration
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente Projecto Final de Mestrado propõe lançar bases para um discurso crítico acerca da acentuada degradação da frente ribeirinha de Setúbal e da separação existente entre o rio e a cidade. Devido aos sucessivos aterros levados a cabo pelo porto de Setúbal, no final do século XIX, a relação entre Setúbal e o Sado viu-se drasticamente alterada. Este trabalho pretende assim reflectir e agir sobre os espaços expectantes resultantes desta separação, de modo a reclamar para o domínio da cidade estes lugares de oportunidade que são verdadeiros instrumentos de regeneração urbana. Repensar uma cidade enquanto um todo, conectada com os meios que a rodeiam. Desta forma, visa-se valorizar a zona em estudo, através da regeneração urbana e de uma arquitectura de raíz, que promova actividades no âmbito cultural e desportivo, sem menosprezar o espaço publico. A solução apresentada pretende assim dar resposta às necessidades da contemporânea cidade de Setúbal, de maneria a potenciar a sua crescente economia. A fim de operar sobre as temáticas da regeneração urbana e da recuperaração da memória do lugar, é apresentada uma proposta urbana e arquitetónica que se debruça sobre diferentes escalas. A frente de água ganha então forma, através do desenvolvimento prático de uma proposta direccionada para o desporto e a interligação das pessoas que frequentam este espaço, reclamando o seu lugar enquanto marco na fachada da frente ribeirinha.