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A Segurança Energética: o caso de São Tomé e Príncipe:forças, fraquezas, oportunidades e ameaças da exploração dos recursos energéticos não renováveis
| Resumo: | Estudamos a Segurança Energética nesta análise, uma das mais importantes temáticas do nosso tempo. Onde um mercado energético anárquico, neste momento marcado pelo baixo preço do petróleo, beneficia os consumidores. A IEA vem realizando um ‘hard-balancing’ versus a OPEP, organização de produtores que conseguiu efectuar dois choques petrolíferos na década de 1970. Estes choques alteraram o status quo do mercado energético levando a diversificação da produção mundial e a estabilização de reservas estratégicas por parte dos consumidores. Uma das regiões que beneficiou desta deslocalização foi o Golfo da Guiné, onde a produção offshore vai pondo-o no Golden Triangle, países como a Nigéria, Angola, Gabão, Guiné Equatorial e outros, vão aproveitando este destaque. Neste grupo tenta incluir-se STP, que sendo detentor de uma posição privilegiada neste hotspot mundial, é levado para esse jogo na formação da CGG. O arquipélago foi uma colónia portuguesa por mais de 500 anos, mas após a descolonização tem atravessado uma instabilidade política que não tem permitido um melhor aproveitamento das suas potencialidades. Até então nenhum governo conseguiu terminar um mandato. O sector petrolífero esteve parado no país até à assinatura de um tratado com a Nigéria em 2001, que firmaria uma ZDC e consequente Autoridade Conjunta. Ao delimitar as suas fronteiras marítimas, e a ANP-STP, o país consegue assinar 6 Contratos de Partilha de Produção na sua ZEE, ficando com 10-15 % da produção.O país quer assim realizar uma transição energética, alterando também a base da sua economia. Porém, os bónus de assinatura realizaram poucas alterações políticas, económicas, sociais e tecnológicas no arquipélago, continuando o mesmo com uma balança comercial negativa. Garantindo a sua Segurança Energética este Estado fragilizado terá maior facilidade de desenvolver-se. |
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| Autores principais: | Graça, Jaylson Quaresma Dias da |
| Assunto: | Segurança energética Poder Recursos fósseis Royalty Energy security Power Fossil resources Royalty |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Estudamos a Segurança Energética nesta análise, uma das mais importantes temáticas do nosso tempo. Onde um mercado energético anárquico, neste momento marcado pelo baixo preço do petróleo, beneficia os consumidores. A IEA vem realizando um ‘hard-balancing’ versus a OPEP, organização de produtores que conseguiu efectuar dois choques petrolíferos na década de 1970. Estes choques alteraram o status quo do mercado energético levando a diversificação da produção mundial e a estabilização de reservas estratégicas por parte dos consumidores. Uma das regiões que beneficiou desta deslocalização foi o Golfo da Guiné, onde a produção offshore vai pondo-o no Golden Triangle, países como a Nigéria, Angola, Gabão, Guiné Equatorial e outros, vão aproveitando este destaque. Neste grupo tenta incluir-se STP, que sendo detentor de uma posição privilegiada neste hotspot mundial, é levado para esse jogo na formação da CGG. O arquipélago foi uma colónia portuguesa por mais de 500 anos, mas após a descolonização tem atravessado uma instabilidade política que não tem permitido um melhor aproveitamento das suas potencialidades. Até então nenhum governo conseguiu terminar um mandato. O sector petrolífero esteve parado no país até à assinatura de um tratado com a Nigéria em 2001, que firmaria uma ZDC e consequente Autoridade Conjunta. Ao delimitar as suas fronteiras marítimas, e a ANP-STP, o país consegue assinar 6 Contratos de Partilha de Produção na sua ZEE, ficando com 10-15 % da produção.O país quer assim realizar uma transição energética, alterando também a base da sua economia. Porém, os bónus de assinatura realizaram poucas alterações políticas, económicas, sociais e tecnológicas no arquipélago, continuando o mesmo com uma balança comercial negativa. Garantindo a sua Segurança Energética este Estado fragilizado terá maior facilidade de desenvolver-se. |
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