Publicação
Novas abordagens farmacológicas no tratamento da asma
| Resumo: | A asma é um problema mundial, estimando-se que afecta cerca de 300 milhões de pessoas. O actual tratamento para esta patologia baseia-se numa abordagem em etapas, que depende da gravidade da doença e tem como objectivo reduzir os sintomas que resultam da inflamação e obstrução das vias aéreas, sendo a combinação de glucocorticóides e agonistas dos receptores adrenérgicos β2 de longa acção (LABA) inalados o tratamento disponível mais eficaz. Apesar de grandes avanços na terapêutica, os sintomas de doentes com asma grave refractária, que representam entre 5 a 10% dos doentes asmáticos, não estão adequadamente controlados e são quem mais precisa de novas abordagens mais eficazes para melhorar o controlo da asma e reduzir o risco de exacerbações. Muitos novos tratamentos, como os inibidores das citocinas, são muito específicos, tendo como alvo um único mediador ou receptor, e apesar de ser improvável que tenham um grande efeito clínico, podem ser eficazes em fenótipos específicos da asma. Fármacos com efeitos mais generalizados, como inibidores das cinases, podem ser mais eficazes mas ter um maior risco de efeitos adversos. Melhores abordagens de imunoterapia têm a perspectiva de modificar a doença, embora a perspectiva de uma cura para a asma ligeira a moderada esteja ainda distante. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Carina Teixeira |
| Assunto: | Asma Tratamento Novas abordagens Novos alvos terapêuticos Mestrado Integrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A asma é um problema mundial, estimando-se que afecta cerca de 300 milhões de pessoas. O actual tratamento para esta patologia baseia-se numa abordagem em etapas, que depende da gravidade da doença e tem como objectivo reduzir os sintomas que resultam da inflamação e obstrução das vias aéreas, sendo a combinação de glucocorticóides e agonistas dos receptores adrenérgicos β2 de longa acção (LABA) inalados o tratamento disponível mais eficaz. Apesar de grandes avanços na terapêutica, os sintomas de doentes com asma grave refractária, que representam entre 5 a 10% dos doentes asmáticos, não estão adequadamente controlados e são quem mais precisa de novas abordagens mais eficazes para melhorar o controlo da asma e reduzir o risco de exacerbações. Muitos novos tratamentos, como os inibidores das citocinas, são muito específicos, tendo como alvo um único mediador ou receptor, e apesar de ser improvável que tenham um grande efeito clínico, podem ser eficazes em fenótipos específicos da asma. Fármacos com efeitos mais generalizados, como inibidores das cinases, podem ser mais eficazes mas ter um maior risco de efeitos adversos. Melhores abordagens de imunoterapia têm a perspectiva de modificar a doença, embora a perspectiva de uma cura para a asma ligeira a moderada esteja ainda distante. |
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