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Rinite alérgica em idade pediátrica

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Resumo:A rinite, corresponde à inflamação da mucosa nasal, que se caracteriza por crises esternutatórias, rinorreia, congestão e prurido nasal. A rinite alérgica é o subtipo mais frequente. É uma condição extremamente comum, afetando aproximadamente 23% da população mundial, sendo igualmente frequente na idade pediátrica. Esta patologia resulta de uma anormal reação imunológica, em indivíduos que produzem Imunoglobulina E (IgE) específicas para determinados alergénios. A IgE é responsável pelo recrutamento dos mastócitos, que respondem através da produção de mediadores inflamatórios. A histamina libertada está na origem da sintomatologia mais precoce, predominantemente na produção de muco, prurido nasal e obstrução nasal. Embora a rinite alérgica per si, não seja potencialmente fatal, a morbilidade da doença pode ser significativa. Quando não tratados, os sintomas podem ser prejudiciais para a criança, comprometendo a qualidade do sono e o seu rendimento escolar. O tratamento passa primeiramente por anti-histamínicos de segunda geração, que são extremamente eficazes nos primeiros sintomas que surgem após contacto com o alergénio, e corticosteroides inalatórios, que permitem reduzir a inflamação alérgica e melhorar a obstrução nasal. Não descurando as medidas de prevenção, fulcrais na redução das exacerbações, redução do impacto epidemiológico e socioeconómico e na melhoria da qualidade de vida do doente.
Autores principais:Rocha, Daniela Pereira da
Assunto:Rinite alérgica Alergia Pediatria Otorrinolaringologia
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A rinite, corresponde à inflamação da mucosa nasal, que se caracteriza por crises esternutatórias, rinorreia, congestão e prurido nasal. A rinite alérgica é o subtipo mais frequente. É uma condição extremamente comum, afetando aproximadamente 23% da população mundial, sendo igualmente frequente na idade pediátrica. Esta patologia resulta de uma anormal reação imunológica, em indivíduos que produzem Imunoglobulina E (IgE) específicas para determinados alergénios. A IgE é responsável pelo recrutamento dos mastócitos, que respondem através da produção de mediadores inflamatórios. A histamina libertada está na origem da sintomatologia mais precoce, predominantemente na produção de muco, prurido nasal e obstrução nasal. Embora a rinite alérgica per si, não seja potencialmente fatal, a morbilidade da doença pode ser significativa. Quando não tratados, os sintomas podem ser prejudiciais para a criança, comprometendo a qualidade do sono e o seu rendimento escolar. O tratamento passa primeiramente por anti-histamínicos de segunda geração, que são extremamente eficazes nos primeiros sintomas que surgem após contacto com o alergénio, e corticosteroides inalatórios, que permitem reduzir a inflamação alérgica e melhorar a obstrução nasal. Não descurando as medidas de prevenção, fulcrais na redução das exacerbações, redução do impacto epidemiológico e socioeconómico e na melhoria da qualidade de vida do doente.