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Viabilidade económico-financeira nos IGT – proposta metodológica no âmbito da Lei nº 31/2014 e do Decreto-Lei nº 80/2015

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho final mestrado procura o desenvolvimento de uma metodologia para a demonstração da viabilidade económico-financeira no âmbito da atual legislação portuguesa do ordenamento do território. Sendo a metodologia proposta aplicada ao estudo de caso. É adaptada uma metodologia desenvolvida no Reino Unido pelo Local Housing Delivery Group, sendo adaptada e consonante à realidade portuguesa. É utilizado o método de fluxo de caixa descontados, sendo estimadas os diversos custos e receitas associados. São seguidas as boas práticas internacionais, nomeadamente no RU, e na área do ordenamento do território e do imobiliário. A demonstração da viabilidade económico-financeira deve analisar fatores endógenos e exógenos. Deverá também analisar as óticas dos diferentes atores envolvidos (promotor, município, etc.). A demonstração da viabilidade económico-financeira pode e deve ser um processo iterativo e que junte as várias partes envolvidas no processo de planeamento. Deve igualmente contribuir igualmente para melhorar a proposta de Plano e o processo de planeamento. Sendo possível e desejável afinar as obrigações de planeamento aplicadas a cada caso. A informação de base e a sua acessibilidade é fundamental para uma demonstração de viabilidade o mais rigorosa e detalhada possível. Nesse sentido, este trabalho contribui para a construção de uma metodologia que dê seguimento ao previsto na legislação, contribuindo para uma análise rigorosa da reclassificação do solo como urbano, garantindo a sustentabilidade e valorização das áreas urbanas, estimando os impactes nas infraestruturas urbanas, os custos de execução de equipamentos, espaços verdes e outros espaços de utilização coletiva, e a capacidade de investimento público.
Autores principais:Correia, João Belard da Fonseca
Assunto:demonstração da viabilidade económico-financeira instrumentos de gestão territorial plano de pormenor sustentabilidade económico-financeira VEF Urban planning detailed plan development viability assessment planning viability
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este trabalho final mestrado procura o desenvolvimento de uma metodologia para a demonstração da viabilidade económico-financeira no âmbito da atual legislação portuguesa do ordenamento do território. Sendo a metodologia proposta aplicada ao estudo de caso. É adaptada uma metodologia desenvolvida no Reino Unido pelo Local Housing Delivery Group, sendo adaptada e consonante à realidade portuguesa. É utilizado o método de fluxo de caixa descontados, sendo estimadas os diversos custos e receitas associados. São seguidas as boas práticas internacionais, nomeadamente no RU, e na área do ordenamento do território e do imobiliário. A demonstração da viabilidade económico-financeira deve analisar fatores endógenos e exógenos. Deverá também analisar as óticas dos diferentes atores envolvidos (promotor, município, etc.). A demonstração da viabilidade económico-financeira pode e deve ser um processo iterativo e que junte as várias partes envolvidas no processo de planeamento. Deve igualmente contribuir igualmente para melhorar a proposta de Plano e o processo de planeamento. Sendo possível e desejável afinar as obrigações de planeamento aplicadas a cada caso. A informação de base e a sua acessibilidade é fundamental para uma demonstração de viabilidade o mais rigorosa e detalhada possível. Nesse sentido, este trabalho contribui para a construção de uma metodologia que dê seguimento ao previsto na legislação, contribuindo para uma análise rigorosa da reclassificação do solo como urbano, garantindo a sustentabilidade e valorização das áreas urbanas, estimando os impactes nas infraestruturas urbanas, os custos de execução de equipamentos, espaços verdes e outros espaços de utilização coletiva, e a capacidade de investimento público.