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The role of banks in economic growth : an empirical application to Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação avalia o contributo dos bancos para o crescimento económico em Portugal desde a adopção do Euro, usando testes de cointegração e causalidade, bem como funções de resposta a impulsos. Usando rácios de passivos líquidos (depósitos) dos bancos e empréstimos em percentagem do PIB nominal como medidas do desenvolvimento financeiro, encontramos forte evidência de que o crescimento económico exerce um impacto positivo no desenvolvimento financeiro, de acordo com Demetriades e Hussein (1996). Concluiu-se também que os empréstimos bancários não aumentam o produto real no longo e no curto prazo, também de acordo com Demetriades e Hussein (1996). Ao invés disso, estes têm um efeito negativo no PIB real per capita. Esses resultados corroboram a visão defendida por Robinson (1952), como citado em King e Levine (1993a) e Lucas (1988), de que o financiamento apenas evolui em resposta aos desenvolvimentos da economia.
Autores principais:Fernandes, Pedro Manuel Ribeiro
Assunto:Bancos Crescimento económico Modelo Vectorial Autoregressivo Modelo Vectorial de Correcção de Erro Cointegração Causalidade Banks Economic Growth Vector Autoregression Model Vector Error Correction Model Cointegration Causality
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:inglês
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta dissertação avalia o contributo dos bancos para o crescimento económico em Portugal desde a adopção do Euro, usando testes de cointegração e causalidade, bem como funções de resposta a impulsos. Usando rácios de passivos líquidos (depósitos) dos bancos e empréstimos em percentagem do PIB nominal como medidas do desenvolvimento financeiro, encontramos forte evidência de que o crescimento económico exerce um impacto positivo no desenvolvimento financeiro, de acordo com Demetriades e Hussein (1996). Concluiu-se também que os empréstimos bancários não aumentam o produto real no longo e no curto prazo, também de acordo com Demetriades e Hussein (1996). Ao invés disso, estes têm um efeito negativo no PIB real per capita. Esses resultados corroboram a visão defendida por Robinson (1952), como citado em King e Levine (1993a) e Lucas (1988), de que o financiamento apenas evolui em resposta aos desenvolvimentos da economia.