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Jardins verticais como elemento artistico e ambiental no espaço urbano

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Resumo:Na elaboração final deste projeto de Mestrado pretendo investigar o tema dos Jardins Verticais como elemento artístico e ambiental num espaço público. Propondo desenvolver uma ação para a aplicação da técnica. Os Jardins Verticais ao longo da história da civilização têm aparecido em algumas construções com outras designações. Há relativamente pouco tempo é que começam a ser designados por Jardins Verticais. A sua utilização trás benefícios não só culturais, como sociais e económicos. Porém este último é dúbio, na medida em que, não se consegue prever quando é que o investimento feito será recuperado. Os custos da sua implementação e manutenção são elevados, contrapondo-se ao fato de que o valor patrimonial do edificado aumenta. Permite por sua vez a regulação da temperatura dos locais onde são aplicados, aumentando a biodiversidade, melhorias microclimáticas e na qualidade do ar, na estética bem como na proteção dos edifícios. Na perspetiva estética o Jardim Vertical poderá criar imagens ou padrões (através da vegetação) que permitiram transmitir sensações ao observador. A hipótese proposta nesta dissertação passa pela implementação de um Jardim Vertical com o objetivo de reutilizar e dar vida a um espaço atualmente abandonado. O local está situado na margem Sul do Tejo, mais precisamente no Concelho do Barreiro. Optei pela antiga estação férrea, pela sua história e importância no desenvolvimento do município. Era um local ativo onde existia um grande fluxo de utilizadores dada a ligação entre a zona Sul do País através da linha férrea ao Barreiro e a linha fluvial para Lisboa (ainda ativa). Com a construção de uma nova estação férrea, a então antiga estação ferroviária torna-se um local inutilizável com grandes degradações. O conceito proposto para a reutilização da antiga estação assenta numa proposta de estrutura verde para o município, onde o local poderá ser um elemento de ligação a nível ambiental e ecológica como de atração visual. Foi proposto um plano não apenas na vertical mas também na horizontal (jardim tradicional) para ancorar o projeto e receber os visitantes ao local, diversificado por caminhos de contemplação como de isolamento. Assim sendo pretendo reutilizar o espaço através do uso da técnica de Jardins Verticais, com vista para que no seu futuro ganhe um valor harmonioso e protegido, levando os utentes a usufruir do espaço
Autores principais:Sá, António Pedro Pacheco de
Assunto:jardins verticais paredes vivas estação
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Na elaboração final deste projeto de Mestrado pretendo investigar o tema dos Jardins Verticais como elemento artístico e ambiental num espaço público. Propondo desenvolver uma ação para a aplicação da técnica. Os Jardins Verticais ao longo da história da civilização têm aparecido em algumas construções com outras designações. Há relativamente pouco tempo é que começam a ser designados por Jardins Verticais. A sua utilização trás benefícios não só culturais, como sociais e económicos. Porém este último é dúbio, na medida em que, não se consegue prever quando é que o investimento feito será recuperado. Os custos da sua implementação e manutenção são elevados, contrapondo-se ao fato de que o valor patrimonial do edificado aumenta. Permite por sua vez a regulação da temperatura dos locais onde são aplicados, aumentando a biodiversidade, melhorias microclimáticas e na qualidade do ar, na estética bem como na proteção dos edifícios. Na perspetiva estética o Jardim Vertical poderá criar imagens ou padrões (através da vegetação) que permitiram transmitir sensações ao observador. A hipótese proposta nesta dissertação passa pela implementação de um Jardim Vertical com o objetivo de reutilizar e dar vida a um espaço atualmente abandonado. O local está situado na margem Sul do Tejo, mais precisamente no Concelho do Barreiro. Optei pela antiga estação férrea, pela sua história e importância no desenvolvimento do município. Era um local ativo onde existia um grande fluxo de utilizadores dada a ligação entre a zona Sul do País através da linha férrea ao Barreiro e a linha fluvial para Lisboa (ainda ativa). Com a construção de uma nova estação férrea, a então antiga estação ferroviária torna-se um local inutilizável com grandes degradações. O conceito proposto para a reutilização da antiga estação assenta numa proposta de estrutura verde para o município, onde o local poderá ser um elemento de ligação a nível ambiental e ecológica como de atração visual. Foi proposto um plano não apenas na vertical mas também na horizontal (jardim tradicional) para ancorar o projeto e receber os visitantes ao local, diversificado por caminhos de contemplação como de isolamento. Assim sendo pretendo reutilizar o espaço através do uso da técnica de Jardins Verticais, com vista para que no seu futuro ganhe um valor harmonioso e protegido, levando os utentes a usufruir do espaço