Publicação
O papel dos indivíduos e das organizações na gestão e desenvolvimento da carreira : um estudo de caso
| Resumo: | Neste trabalho procura-se explorar o papel dos indivíduos e das organizações na gestão e desenvolvimento da carreira, através de um estudo de caso. É aplicado a uma população de 217 indivíduos um plano metodológico com configuração de abordagem quasi-experimental, contemplando um processo de análise de causas como ferramenta de caracterização das práticas organizacionais. Os resultados mostram que as políticas de recursos humanos surgem como principais variáveis causadoras de insatisfação e clima organizacional negativo e é visível um desalinhamento global das percepções entre chefias e colaboradores. Conclui-se que a organização em causa apresenta uma visão tradicional e estanque da carreira e que há um desfasamento entre os modelos conceptuais de carreira culturalmente predominantes e a realidade profissional dos indivíduos da mesma. Levantam-se ainda algumas questões e favoreceram-se reflexões para uma futura fundamentação teórica. |
|---|---|
| Autores principais: | Santos, Rui Manuel Nogueira Gonçalo Simões |
| Assunto: | Psicologia dos recursos humanos Gestão da carreira Clima organizacional Satisfação profissional Teses de mestrado |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Neste trabalho procura-se explorar o papel dos indivíduos e das organizações na gestão e desenvolvimento da carreira, através de um estudo de caso. É aplicado a uma população de 217 indivíduos um plano metodológico com configuração de abordagem quasi-experimental, contemplando um processo de análise de causas como ferramenta de caracterização das práticas organizacionais. Os resultados mostram que as políticas de recursos humanos surgem como principais variáveis causadoras de insatisfação e clima organizacional negativo e é visível um desalinhamento global das percepções entre chefias e colaboradores. Conclui-se que a organização em causa apresenta uma visão tradicional e estanque da carreira e que há um desfasamento entre os modelos conceptuais de carreira culturalmente predominantes e a realidade profissional dos indivíduos da mesma. Levantam-se ainda algumas questões e favoreceram-se reflexões para uma futura fundamentação teórica. |
|---|