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Duas vezes somo meninos ou a castanheira e o marujo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A farsa Duas vezes somos meninos toma como mote o dito popular também referido como “duas vezes somos crianças” e que se aplica a pessoas idosas com comportamentos infantis. O segundo título da farsa, “A castanheira e o marujo” remete para a personagem da vendedora de castanhas, Jacinta, por quem se enamoram vários homens, mas cujo coração pertence ao marujo, Manel, que no final da farsa afastará todos os pretendentes.
Autores principais:Paula, António José de, 1738?-1803
Outros Autores:Rosa, Marta
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A farsa Duas vezes somos meninos toma como mote o dito popular também referido como “duas vezes somos crianças” e que se aplica a pessoas idosas com comportamentos infantis. O segundo título da farsa, “A castanheira e o marujo” remete para a personagem da vendedora de castanhas, Jacinta, por quem se enamoram vários homens, mas cujo coração pertence ao marujo, Manel, que no final da farsa afastará todos os pretendentes.