Publicação
Iguais, mas diferentes a dançar: a importância da dança na formação integral do ser humano
| Resumo: | Iguais - Somos todos iguais, somos todos seres huma- nos constituídos por células, respondemos a estímulos, necessitamos de energia, reproduzimo-nos, evoluímos geneticamente, somos racionais e pensadores. Mas - Numa sociedade ditada por um compasso acelerado e por uma feroz evolução da tecnologia, seria expectável que alguns modelos educativos acompanhassem esta velocidade. No entanto, prevalece a funcionalidade económica e valores como eficiência e competitividade, em detrimento de uma educação que promova valores humanísticos, centrados em competências e capacidades. Diferentes - Somos diferentes do nosso irmão, colega de escola, professor, vizinho... e é no respeito pela diferença que devemos pensar um novo paradigma pedagógico como educadores do futuro. Compete-nos ter este olhar atento e compreender como podemos ajudar cada aluno a desenvolver as suas capacidades únicas e providenciar o meio ambiente que promova os seus interesses e estimule o seu equilíbrio. Mas, será que esta proposta pedagógica de orientação focada nas capacidades de cada indivíduo tem fundamento? Neste artigo pretende-se analisar a importância de um ensino integral na formação da criança, onde a educação pela arte com dança, caminha lado a lado com a formação contínua do aluno na escola, para um ser humano mais equilibrado e multifacetado, capaz de acompanhar as solicitações do meio envolvente. Nesse sentido, começa-se por desmontar o conceito de paideia e a prática formativa da dança na Grécia Antiga, estabelecendo-se em seguida uma ponte para a contemporaneidade, recorrendo a conhecimentos da educação e, muito especialmente, da neurociência atual, transposta para as práticas docentes no domínio da dança. |
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| Autores principais: | Köhler, Ana |
| Assunto: | Paideia Múltiplas inteligências Neurociência Dança |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Iguais - Somos todos iguais, somos todos seres huma- nos constituídos por células, respondemos a estímulos, necessitamos de energia, reproduzimo-nos, evoluímos geneticamente, somos racionais e pensadores. Mas - Numa sociedade ditada por um compasso acelerado e por uma feroz evolução da tecnologia, seria expectável que alguns modelos educativos acompanhassem esta velocidade. No entanto, prevalece a funcionalidade económica e valores como eficiência e competitividade, em detrimento de uma educação que promova valores humanísticos, centrados em competências e capacidades. Diferentes - Somos diferentes do nosso irmão, colega de escola, professor, vizinho... e é no respeito pela diferença que devemos pensar um novo paradigma pedagógico como educadores do futuro. Compete-nos ter este olhar atento e compreender como podemos ajudar cada aluno a desenvolver as suas capacidades únicas e providenciar o meio ambiente que promova os seus interesses e estimule o seu equilíbrio. Mas, será que esta proposta pedagógica de orientação focada nas capacidades de cada indivíduo tem fundamento? Neste artigo pretende-se analisar a importância de um ensino integral na formação da criança, onde a educação pela arte com dança, caminha lado a lado com a formação contínua do aluno na escola, para um ser humano mais equilibrado e multifacetado, capaz de acompanhar as solicitações do meio envolvente. Nesse sentido, começa-se por desmontar o conceito de paideia e a prática formativa da dança na Grécia Antiga, estabelecendo-se em seguida uma ponte para a contemporaneidade, recorrendo a conhecimentos da educação e, muito especialmente, da neurociência atual, transposta para as práticas docentes no domínio da dança. |
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