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Funcionamento sexual e qualidade de vida em mulheres submetidas a histerectomia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Histerectomia pode ter impactos tanto positivos quanto negativos sobre a qualidade de vida sexual da mulher, dependendo da intensidade dos sintomas pré-cirúrgicos, das condições emocionais e da qualidade do relacionamento estabelecido. O objectivo deste estudo foi conhecer a influência da histerectomia na qualidade de vida e no funcionamento sexual da mulher. A amostra foi constituída por 162 elementos. Destes 95 correspondem às participantes do grupo controlo e 67 às participantes que foram submetidas a cirurgia. A idade média das mulheres no grupo submetido a histerectomia foi de 47.59 anos, enquanto no grupo controlo foi de 48.92. A idade da participante mais nova foi de 32 anos (grupo submetido a histerectomia) e a da mais velha foi de 55 anos. Verificou-se ao longo deste estudo que as mulheres submetidas a histerectomia apresentaram valores mais baixos na componente física do Short Form - 36 Health Survey Questionnaire (SF-36) e no Female Sexual Function Index (FSFI) e os valores mais elevados na componente mental do SF-36 comparativamente com o grupo controlo. A qualidade de vida através das suas duas componentes apresenta um contributo significativo na explicação da variação do funcionamento sexual. Neste estudo, constatou-se que a componente física possui mais importância que a componente mental no funcionamento sexual.
Autores principais:Caçador, Victória Maria da Cunha, 1971-
Assunto:Histerectomia Qualidade de vida Funcionamento sexual Teses de mestrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Histerectomia pode ter impactos tanto positivos quanto negativos sobre a qualidade de vida sexual da mulher, dependendo da intensidade dos sintomas pré-cirúrgicos, das condições emocionais e da qualidade do relacionamento estabelecido. O objectivo deste estudo foi conhecer a influência da histerectomia na qualidade de vida e no funcionamento sexual da mulher. A amostra foi constituída por 162 elementos. Destes 95 correspondem às participantes do grupo controlo e 67 às participantes que foram submetidas a cirurgia. A idade média das mulheres no grupo submetido a histerectomia foi de 47.59 anos, enquanto no grupo controlo foi de 48.92. A idade da participante mais nova foi de 32 anos (grupo submetido a histerectomia) e a da mais velha foi de 55 anos. Verificou-se ao longo deste estudo que as mulheres submetidas a histerectomia apresentaram valores mais baixos na componente física do Short Form - 36 Health Survey Questionnaire (SF-36) e no Female Sexual Function Index (FSFI) e os valores mais elevados na componente mental do SF-36 comparativamente com o grupo controlo. A qualidade de vida através das suas duas componentes apresenta um contributo significativo na explicação da variação do funcionamento sexual. Neste estudo, constatou-se que a componente física possui mais importância que a componente mental no funcionamento sexual.