Publicação
De prata e não só: salvas, tinteiros, cinzeiros e mata-borrões
| Resumo: | O conjunto de objectos no âmbito da ourivesaria e metalística que nos propomos abordar no presente contributo é detentor de um carácter eminentemente utilitário. Trata-se, com efeito, de um pequeno conjunto de peças associadas, na sua maioria, à escrita, prática essencial e transversal a toda a actividade do Supremo Tribunal de Justiça. Identifica-se assim um grupo de escritórios de prata, de metal prateado e de metal dourado, sendo que, com estes últimos, fazem conjunto suportes de papel mata-borrão e cinzeiros, cerra-livros, duas salvas de prata e um relógio (originalmente de garniture), também em metal dourado e decoração em esmaltes polícromos. As peças, observáveis, em alguma iconografia oitocentista e novecentista dos interiores do Supremo Tribunal de Justiça, surgem assim sobre as secretárias e mesas, cumprindo a sua função de suporte e alimento dos instrumentos de escrita, destinados a ser usados em ocasiões relevantes da vida da instituição e do país. |
|---|---|
| Autores principais: | Fevereiro, António Francisco Arruda de Melo Cota |
| Outros Autores: | Vale, Teresa Leonor. M. |
| Assunto: | Ourivesaria António Maria Ribeiro (1889-1962) Ferdinand Barbedienne (1810-1892) Louis- Constant Sévin (1821-1888) |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O conjunto de objectos no âmbito da ourivesaria e metalística que nos propomos abordar no presente contributo é detentor de um carácter eminentemente utilitário. Trata-se, com efeito, de um pequeno conjunto de peças associadas, na sua maioria, à escrita, prática essencial e transversal a toda a actividade do Supremo Tribunal de Justiça. Identifica-se assim um grupo de escritórios de prata, de metal prateado e de metal dourado, sendo que, com estes últimos, fazem conjunto suportes de papel mata-borrão e cinzeiros, cerra-livros, duas salvas de prata e um relógio (originalmente de garniture), também em metal dourado e decoração em esmaltes polícromos. As peças, observáveis, em alguma iconografia oitocentista e novecentista dos interiores do Supremo Tribunal de Justiça, surgem assim sobre as secretárias e mesas, cumprindo a sua função de suporte e alimento dos instrumentos de escrita, destinados a ser usados em ocasiões relevantes da vida da instituição e do país. |
|---|