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Tabela de produção para o castanheiro em regime de alto fuste
| Resumo: | Aproveitando o potencial dos povoamentos de alto fuste adulto de castanheiro existentes em Trás-os-Montes e Entre Douro e Minho, elaborou-se um modelo de crescimento de povoamento do tipo tabela de produção. Esta tabela de produção para o castanheiro em regime de alto fuste tem carácter provisório na medida em que a função de produção em volume total do povoamento não pode ser determinada com exactidão devido ao desconhecimento do volume retirado dos povoamentos ao longo do tempo. Ensaiou-se um regime de desbastes a aplicar baseado nos modelos de condução teóricos para o castanheiro propostos por Bourgeois, Sevrin e Lemaire (2004) para a melhor classe de qualidade e uma equação de redução de densidade, baseada nas tabelas de produção inglesas do castanheiro (Everard e Christie, 1995), para as classes de qualidade média e inferior. Com esta tabela é possível obter estimativas, para além dos volumes total, principal e secundário, da biomassa produzida, total e por componentes, e dos elementos minerais nela contidos (N, P, K, Ca, Mg, S, B, e C) |
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| Autores principais: | Tomé, Margarida |
| Outros Autores: | Patrício, Maria Sameiro; Monteiro, Maria do Loreto |
| Assunto: | castanea sativa tabela de produção gestão florestal castanheiro |
| Ano: | 2005 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | documento de conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Aproveitando o potencial dos povoamentos de alto fuste adulto de castanheiro existentes em Trás-os-Montes e Entre Douro e Minho, elaborou-se um modelo de crescimento de povoamento do tipo tabela de produção. Esta tabela de produção para o castanheiro em regime de alto fuste tem carácter provisório na medida em que a função de produção em volume total do povoamento não pode ser determinada com exactidão devido ao desconhecimento do volume retirado dos povoamentos ao longo do tempo. Ensaiou-se um regime de desbastes a aplicar baseado nos modelos de condução teóricos para o castanheiro propostos por Bourgeois, Sevrin e Lemaire (2004) para a melhor classe de qualidade e uma equação de redução de densidade, baseada nas tabelas de produção inglesas do castanheiro (Everard e Christie, 1995), para as classes de qualidade média e inferior. Com esta tabela é possível obter estimativas, para além dos volumes total, principal e secundário, da biomassa produzida, total e por componentes, e dos elementos minerais nela contidos (N, P, K, Ca, Mg, S, B, e C) |
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