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Enquadramento científico e regulamentar dos suplementos alimentares na Europa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A modificação do estilo de vida, nomeadamente os regimes alimentares muitos calóricos com excesso de ingestão de açúcares e gorduras, tem levado ao desenvolvimento precoce, cada vez mais frequente, de doenças crónicas não transmissíveis. Concomitantemente, têm-se verificado um aumento crescente do uso de Suplementos Alimentares (SA), tanto na União Europeia (UE) como nos Estados Unidos da América (EUA). Embora, os suplementos alimentares devam ser utilizados como complemento de dietas deficientes em alguns compostos, na realidade, estes produtos são, muitas vezes, usados pelos consumidores como preventivos do desenvolvimento de algumas doenças e também como complemento de terapias. Ao contrário dos medicamentos o uso de suplementos alimentares não tem supervisão médica, na maioria dos casos e também não têm obrigatoriedade de ser sujeitos a testes de eficácia e segurança para entrarem no mercado. É por isso muito importante garantir um elevado nível de proteção dos consumidores e ajudá-los na escolha destes produtos, bem como assegurar a colocação no mercado de produtos seguros e com uma rotulagem adequada. A presente dissertação pretende clarificar as diferenças entre a União Europeia e os EUA relativamente à definição, regulamentação e requisitos para introdução no mercado dos suplementos alimentares. É também seu objetivo fazer um levantamento de suplementos que contenham princípios ativos utilizados em medicamentos bem como as contraindicações que poderão ter quando usados conjuntamente com medicação crónica em certas patologias.
Autores principais:Rosi, Lorena Correia
Assunto:Suplementos alimentares Vitaminas e minerais Estados-Membros União Europeia FDA DSHEA Produtos -fronteira Princípio ativo Medicação crónica Nutracêuticos Teses de mestrado -2021
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A modificação do estilo de vida, nomeadamente os regimes alimentares muitos calóricos com excesso de ingestão de açúcares e gorduras, tem levado ao desenvolvimento precoce, cada vez mais frequente, de doenças crónicas não transmissíveis. Concomitantemente, têm-se verificado um aumento crescente do uso de Suplementos Alimentares (SA), tanto na União Europeia (UE) como nos Estados Unidos da América (EUA). Embora, os suplementos alimentares devam ser utilizados como complemento de dietas deficientes em alguns compostos, na realidade, estes produtos são, muitas vezes, usados pelos consumidores como preventivos do desenvolvimento de algumas doenças e também como complemento de terapias. Ao contrário dos medicamentos o uso de suplementos alimentares não tem supervisão médica, na maioria dos casos e também não têm obrigatoriedade de ser sujeitos a testes de eficácia e segurança para entrarem no mercado. É por isso muito importante garantir um elevado nível de proteção dos consumidores e ajudá-los na escolha destes produtos, bem como assegurar a colocação no mercado de produtos seguros e com uma rotulagem adequada. A presente dissertação pretende clarificar as diferenças entre a União Europeia e os EUA relativamente à definição, regulamentação e requisitos para introdução no mercado dos suplementos alimentares. É também seu objetivo fazer um levantamento de suplementos que contenham princípios ativos utilizados em medicamentos bem como as contraindicações que poderão ter quando usados conjuntamente com medicação crónica em certas patologias.