Publicação
O Figurado como Visões do Mundo. A Hipótese de uma Etnografia Indígena
| Resumo: | O objetivo deste artigo é a apresentação de uma tese proposta de forma exploratória em duas exposições e expressa nos seus catálogos. As exposições em causa foram apresentadas no Museu de Olaria de Barcelos, em Portugal: "Figurado- Uma Visão do Mundo" (de 2002 a 2005) e "Uma Timor, Uma Malae – Tradução de Tradições. Olaria e Figurado em Timor-Leste" (de 2008 a 2009). Em ambos os casos a curadoria antropológica foi do autor do presente texto e pretendeu-se partir do Figurado para uma discussão de sempre da Antropologia mas que tem tido mais atenção desde o questionamento representacional dos anos 80 do século passado com a "pós-modernidade" em Antropologia e agora, com a "viragem ontológica" das duas primeiras décadas do século XXI: um pluralismo epistemológico que possibilite conceber diferentes formas de representar etnograficamente o mundo, ou seja, a hipótese de "etnografias indigenas". |
|---|---|
| Autores principais: | Seixas, Paulo Castro |
| Assunto: | olería; Timor-Leste; figurado; etnografias indígenas |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O objetivo deste artigo é a apresentação de uma tese proposta de forma exploratória em duas exposições e expressa nos seus catálogos. As exposições em causa foram apresentadas no Museu de Olaria de Barcelos, em Portugal: "Figurado- Uma Visão do Mundo" (de 2002 a 2005) e "Uma Timor, Uma Malae – Tradução de Tradições. Olaria e Figurado em Timor-Leste" (de 2008 a 2009). Em ambos os casos a curadoria antropológica foi do autor do presente texto e pretendeu-se partir do Figurado para uma discussão de sempre da Antropologia mas que tem tido mais atenção desde o questionamento representacional dos anos 80 do século passado com a "pós-modernidade" em Antropologia e agora, com a "viragem ontológica" das duas primeiras décadas do século XXI: um pluralismo epistemológico que possibilite conceber diferentes formas de representar etnograficamente o mundo, ou seja, a hipótese de "etnografias indigenas". |
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